Saúde - Covid-19·23 de abril de 2021

Rio Grande do Sul deve receber cerca de 30 mil doses da vacina da Pfizer em maio

Imunizante será utilizado apenas em Porto Alegre. A eficácia é de 95% em duas doses com intervalo de 21 dias

Por Poliana FonteneleGraduada em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na Rádio Senado e no CRTV do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e atualmente atua como apresentadora e produtora no podcast cineaspectos. No Brasil 61, já realizou críticas de filmes para a antiga coluna Diversão em Pauta e integrou a equipe de relacionamento, antes de vir para a redação.
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Em maio, o Rio Grande do Sul deverá receber cerca de 30 mil doses da vacina Comirnaty, do laboratório Pfizer. A previsão do Ministério da Saúde é distribuir as doses ainda no começo do mês, com data ainda a ser confirmada. Por questão de logística e conservação, o imunizante será utilizado apenas em Porto Alegre.

A Comirnaty precisa ser mantida congelada a uma temperatura de -80°C e tem validade de seis meses. A eficácia da vacina é de 95% para casos leves, moderados e graves e poderá ser aplicada em pessoas com 16 anos ou mais. Para o esquema vacinal completo, serão necessárias duas doses com um intervalo de 21 dias.

Gestores e técnicos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) já estão em treinamento para garantir a melhor distribuição, armazenagem e aplicação da vacina, pois ela tem especificações diferentes da Coronavac e da AstraZeneca, que estão em uso no Brasil.

Em maio, o Rio Grande do Sul deverá receber cerca de 30 mil doses da vacina Comirnaty, do laboratório Pfizer. A previsão do Ministério da Saúde é distribuir as doses ainda no começo do mês, com data ainda a ser confirmada. Por questão de logística e conservação, o imunizante será utilizado apenas em Porto Alegre.

A Comirnaty precisa ser mantida congelada a uma temperatura de -80°C e tem validade de seis meses. A eficácia da vacina é de 95% para casos leves, moderados e graves e poderá ser aplicada em pessoas com 16 anos ou mais. Para o esquema vacinal completo, serão necessárias duas doses com um intervalo de 21 dias.

Gestores e técnicos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) já estão em treinamento para garantir a melhor distribuição, armazenagem e aplicação da vacina, pois ela tem especificações diferentes da Coronavac e da AstraZeneca, que estão em uso no Brasil.

Reportagem, Poliana Fontenele

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Sobre a repórter

Poliana Fontenele

Graduada em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na Rádio Senado e no CRTV do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e atualmente atua como apresentadora e produtora no podcast cineaspectos. No Brasil 61, já realizou críticas de filmes para a antiga coluna Diversão em Pauta e integrou a equipe de relacionamento, antes de vir para a redação.