Economia - Reforma Tributária·16 de julho de 2020

Rio Grande do Sul conhece proposta de reforma tributária apresentada pelo governo do estado. Saiba mais.

Pandemia agravou arrecadação de impostos no estado, afirma governador

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
Áudio · 00:01:10
Ouvir áudio · 00:01:10Copiar texto

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o secretário de Fazenda do estado, Marco Aurelio Cardoso, apresentaram nesta semana o conjunto de propostas que vão compor a Reforma Tributária no estado. Eduardo Leite afirma que o Rio Grande do Sul enfrenta há décadas uma crise fiscal.

A reforma tem como principais pilares de sustentação, de acordo com o governador: o equilíbrio fiscal, aprimoramento da tributação, a revisão de benefícios fiscais, redução do ônus fiscal para as famílias, entre outros. Segundo o secretário de Fazenda, o impacto do ICMS é maior nas famílias com menor renda, sendo 4% sobre as famílias que ganham mais de R$ 23.850 e chega a 14,7% para aquelas que recebem até R$ 1.908 por mês.

Reforma tributária deve priorizar simplificação de impostos, defendem parlamentares da Bahia

Ampliação do gasto fiscal torna reforma tributária mais urgente, diz deputado Aguinaldo Ribeiro

Simplificar cobrança de impostos é primeiro passo para país recuperar investimentos, indica senador Luiz do Carmo

Eduardo Leite reforçou a importância da reforma, principalmente por conta da pandemia, que intensificou a crise fiscal no estado. Para 2021, o déficit orçamentário está previsto em R$ 7,9 bilhões, resultado do cenário de incertezas dos impactos da pandemia de Covid-19 sobre a arrecadação.

 O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o secretário de Fazenda do estado, Marco Aurelio Cardoso, apresentaram nesta semana o conjunto de propostas que vão compor a Reforma Tributária no estado. Eduardo Leite afirma que o Rio Grande do Sul enfrenta há décadas uma crise fiscal.

A reforma tem como principais pilares de sustentação, de acordo com o governador: o equilíbrio fiscal, aprimoramento da tributação, a revisão de benefícios fiscais, redução do ônus fiscal para as famílias, entre outros. Segundo o secretário de Fazenda, o impacto do ICMS é maior nas famílias com menor renda, sendo 4% sobre as famílias que ganham mais de R$ 23.850 e chega a 14,7% para aquelas que recebem até R$ 1.908 por mês.

Eduardo Leite reforçou a importância da reforma, principalmente por conta da pandemia, que intensificou a crise fiscal no estado. Para 2021, o déficit orçamentário está previsto em R$ 7,9 bilhões, resultado do cenário de incertezas dos impactos da pandemia de Covid-19 sobre a arrecadação.

Com a colaboração de Paulo Oliveira, reportagem, Felipe Moura

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.