Brasil·01 de junho de 2020

Programa Criança Feliz mantém atendimento às famílias vulneráveis durante pandemia

O principal foco do programa é atender gestantes e crianças de até três anos, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e crianças de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC)

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Mesmo durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus, as ações do programa Criança Feliz, do Ministério da Cidadania, continuam, graças ao auxílio das ferramentas digitais. As equipes que atuam no projeto, originalmente, fazem visitas às famílias vulneráveis para prestar o atendimento socioassistencial.

Desde que foi declarado período de emergência em saúde no país, os grupos de visita adaptaram as atividades à nova realidade. Com isso, eles planejam, desenvolvem e enviam as atividades para que os pais ou responsáveis apliquem com as crianças. 

O principal foco do programa é atender gestantes e crianças de até três anos, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e crianças de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

No Brasil, mais de 2.940 cidades recebem recursos da União para realizar os atendimentos promovidos pelo Criança Feliz. Em Pacajá, no Pará, por exemplo, há cinco visitadores que atendem a 150 famílias de forma remota. Ao todo, o município tem cerca de 47 mil habitantes. 

O atendimento remoto foi autorizado em Portaria Conjunta entre a Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) e a Secretaria Nacional de Promoção do Desenvolvimento Humano (SNPDH) do Ministério da Cidadania, publicada no dia 27 de abril, no Diário Oficial da União. 

Mesmo durante a pandemia provocada pelo novo coronavírus, as ações do programa Criança Feliz, do Ministério da Cidadania, continuam, graças ao auxílio das ferramentas digitais. As equipes que atuam no projeto, originalmente, fazem visitas às famílias vulneráveis para prestar o atendimento socioassistencial.

Desde que foi declarado período de emergência em saúde no país, os grupos de visita adaptaram as atividades à nova realidade. Com isso, eles planejam, desenvolvem e enviam as atividades para que os pais ou responsáveis apliquem com as crianças. 

O principal foco do programa é atender gestantes e crianças de até três anos, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e crianças de até seis anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

No Brasil, mais de 2.940 cidades recebem recursos da União para realizar os atendimentos promovidos pelo Criança Feliz. Em Pacajá, no Pará, por exemplo, há cinco visitadores que atendem a 150 famílias de forma remota. Ao todo, o município tem cerca de 47 mil habitantes. 

O atendimento remoto foi autorizado em Portaria Conjunta entre a Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) e a Secretaria Nacional de Promoção do Desenvolvimento Humano (SNPDH) do Ministério da Cidadania, publicada no dia 27 de abril, no Diário Oficial da União. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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