Economia·28 de janeiro de 2021

Preços da melancia, banana e maçã têm forte alta em dezembro, aponta Conab

Companhia destacou explicações para alta nos preços das três frutas

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Boletim divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quarta-feira (27) mostra que os preços da maçã, banana e melancia dispararam no mês de dezembro, segundo o primeiro Boletim Prohort de 2021. Segundo a publicação, a alta ocorre “como de costume”, já que refletem o impacto do verão e das festas de fim de ano no comportamento do consumidor. 

O preço do quilo da melancia chegou a subir 50% em Goiânia, por exemplo. Em Brasília, alta de 49%. No Recife, de 31,9%. Segundo a Conab, a causa foi a diminuição da oferta diante de uma demanda em ascensão. Já a banana registrou alta em todos os mercados pesquisados, com destaque para a elevação do preço em Belo Horizonte (37,9%).  Apesar da demanda não ter aumentado, de acordo com a companhia, a produção, em especial da banana prata, caiu. 

Outro item que ficou mais caro no último mês do ano, a maçã subiu 30,3% em Brasília; 18,2% em Goiânia e 16,1% em Belo Horizonte. Neste caso, apesar de a demanda não ter sido alta, observou-se a continuidade de um movimento de redução da oferta de maçãs. 

 Boletim divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quarta-feira (27) mostra que os preços da maçã, banana e melancia dispararam no mês de dezembro, segundo o primeiro Boletim Prohort de 2021. Segundo a publicação, a alta ocorre “como de costume”, já que refletem o impacto do verão e das festas de fim de ano no comportamento do consumidor. 

O preço do quilo da melancia chegou a subir 50% em Goiânia, por exemplo. Em Brasília, alta de 49%. No Recife, de 31,9%. Segundo a Conab, a causa foi a diminuição da oferta diante de uma demanda em ascensão. Já a banana registrou alta em todos os mercados pesquisados, com destaque para a elevação do preço em Belo Horizonte (37,9%).  Apesar da demanda não ter aumentado, de acordo com a companhia, a produção, em especial da banana prata, caiu. 

Outro item que ficou mais caro no último mês do ano, a maçã subiu 30,3% em Brasília; 18,2% em Goiânia e 16,1% em Belo Horizonte. Neste caso, apesar de a demanda não ter sido alta, observou-se a continuidade de um movimento de redução da oferta de maçãs. 

Reportagem, Felipe Moura.

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.