Economia - Seguro-desemprego·07 de julho de 2020

PL prevê mais parcelas do seguro-desemprego durante pandemia

Proposta do deputado Bohn Gass (PT-RS) prolonga pagamento em até sete parcelas durante pandemia e nos seis meses subsequentes ao estado de calamidade

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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Uma proposta do deputado Bohn Gass, do PT gaúcho, prevê que, durante o período de pandemia e nos seis meses seguintes, sejam concedidas ao trabalhador até sete parcelas do seguro-desemprego. O estado de calamidade pública foi reconhecido pelo Congresso Nacional até dezembro deste ano. 

O projeto também é assinado por outros cinco parlamentares. De acordo com o texto, a União vai arcar com as despesas decorrentes das novas parcelas do seguro-desemprego e o pagamento deve ser operacionalizado pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Normalmente, o pagamento é feito entre três e cinco parcelas, a depender do tempo que o trabalhador ficou empregado.

Cai o número de pedidos de seguro-desemprego na primeira quinzena de junho

Segundo dados do IBGE, a taxa de desocupação no Brasil subiu 1,2 ponto percentual e ficou em quase 13% no trimestre encerrado em maio. Pela primeira vez na série histórica, iniciada em 2012, a parcela de ocupados (49,5%) foi menor do que a de desocupados entre as pessoas em idade para trabalhar.

Uma proposta do deputado Bohn Gass, do PT gaúcho, prevê que, durante o período de pandemia e nos seis meses seguintes, sejam concedidas ao trabalhador até sete parcelas do seguro-desemprego. O estado de calamidade pública foi reconhecido pelo Congresso Nacional até dezembro deste ano. 

O projeto também é assinado por outros cinco parlamentares. De acordo com o texto, a União vai arcar com as despesas decorrentes das novas parcelas do seguro-desemprego e o pagamento deve ser operacionalizado pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Normalmente, o pagamento é feito entre três e cinco parcelas, a depender do tempo que o trabalhador ficou empregado.

Segundo dados do IBGE, a taxa de desocupação no Brasil subiu 1,2 ponto percentual e ficou em quase 13% no trimestre encerrado em maio. Pela primeira vez na série histórica, iniciada em 2012, a parcela de ocupados (49,5%) foi menor do que a de desocupados entre as pessoas em idade para trabalhar.

Reportagem, Jalila Arabi. 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.