Brasil·16 de maio de 2018

Pesquisa do IBGE revela diversidade regional no consumo alimentar do brasileiro

<p>At&eacute; o t&eacute;rmino da coleta dos dados, em julho, cerca de 75 mil domic&iacute;lios ser&atilde;o visitados</p>

Por Agência do Rádio
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, está fazendo uma pesquisa desde junho do ano passado para atualizar o perfil alimentar do brasileiro. A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que está prevista para terminar em julho deste ano, tem como objetivo construir uma raio-x do dia a dia do brasileiro, mostrando suas condições de vida, alimentação, consumo, rendimento, entre outros.

Segundo o gerente da pesquisa, André Martins, nos domicílios visitados, o agente de pesquisas aplica um conjunto de questionários com perguntas sobre rendimentos, hábitos de consumo da família, condições de vida e características da moradia.

“São perguntas que vão desde as condições do domicílio (se tem água, se luz), passando pela característica dos moradores (por exemplo, nível de instrução, trabalho) e chegando na parte específica, que a gente levanta as despesas das famílias. Então, você tem gasto com alimentação fora de casa, com alimentos que vão compor a dispensa do domicílio, gastos pessoais (como corte de cabelo, com educação) e também tem um outro questionário que faz uma avaliação subjetiva das condições de vida da família.”

Este último questionário que o gerente da pesquisa citou tem como intuito avaliar a quantidade de alimentos que a família tem no domicílio. Então, a pessoa é questionada para saber se ela acha que a quantidade é suficiente, se essa é a quantidade que ela deseja ou se nem sempre é a quantidade e qualidade que ela gostaria.

Com todas essas respostas, é possível tirar conclusões sobre o orçamento familiar do brasileiro e também sobre as condições das famílias de uma forma geral. O entrevistado também recebe um formulário para anotar todos os seus gastos durante uma semana.

A dona de casa, Suzette Brandão, de 62 anos, conta como foi a experiência dela.

“Foi tranquilo. Quando eu chegava do mercado eu corria e anotava, chegava do mercado, eu corria e anotava. Sempre que bate aqui o IBGE, eu estou sempre pronta para atender.”

Até o término da coleta dos dados, em julho, o IBGE pretende visitar 75 mil domicílios.

Reportagem, Cintia Moreira

 

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