Saúde·05 de dezembro de 2020

Pesquisa da Fiocruz aponta número elevado de mortes em domicílios do Rio de Janeiro

Estudo indica que capital carioca enfrenta um quadro de desassistência geral do sistema de saúde municipal

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Pesquisa da Fiocruz mostra que, entre abril e setembro, a cidade do Rio de Janeiro apresentou 27 mil mortes acima do esperado, se comparado com anos anteriores. De acordo com os pesquisadores, 13 mil desses óbitos foram causados pela Covid-19 e 14 mil estão relacionados a outras enfermidades. Além disso, mil pessoas morreram em suas casas. 

A Fiocruz afirma que os dados são fortes indicadores de que a cidade esteja enfrentando um quadro de desassistência geral do sistema de saúde municipal, o que não se restringe aos hospitais, mas que ocorre sobretudo na rede de atenção básica e no sistema de vigilância em saúde.

Plano de Imunização contra Covid-19 acontecerá em quatro fases

No período analisado, ocorreram 1,8 mil mortes além do esperado que foram classificadas como “causas mal definidas”, ou seja sem diagnóstico, outro possível indicador de desassistência médica. 

LOC.: Pesquisa da Fiocruz mostra que, entre abril e setembro, a cidade do Rio de Janeiro apresentou 27 mil mortes acima do esperado, se comparado com anos anteriores. De acordo com os pesquisadores, 13 mil desses óbitos foram causados pela Covid-19 e 14 mil estão relacionados a outras enfermidades. Além disso, mil pessoas morreram em suas casas. 

A Fiocruz afirma que os dados são fortes indicadores de que a cidade esteja enfrentando um quadro de desassistência geral do sistema de saúde municipal, o que não se restringe aos hospitais, mas que ocorre sobretudo na rede de atenção básica e no sistema de vigilância em saúde.

No período analisado, ocorreram 1,8 mil mortes além do esperado que foram classificadas como “causas mal definidas”, ou seja sem diagnóstico, outro possível indicador de desassistência médica. 

Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.