Economia - Empreendedorismo·08 de outubro de 2020

Pequenos empreendedores já contrataram R$ 3 bi em linhas de crédito para minimizar efeitos da pandemia

Valor é metade do que foi disponibilizado pelos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Pequenos empreendedores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste já contrataram mais de R$ 3 bilhões em linhas de crédito para minimizar os impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19. Isso equivale à metade dos recursos disponibilizados pelos Fundos Constitucionais de Financiamento (FNO, FNE e FCO) dessas três regiões. 

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A maior parte dos contratos firmados são para a modalidade “Capital de Giro”. Os recursos podem ser usados em despesas de custeio, manutenção e formação de estoque e para o pagamento de funcionários, por exemplo. De acordo com o Governo Federal, os empreendedores podem contratar o financiamento até o fim do decreto de calamidade pública, que vai até 31 de dezembro deste ano. O prazo para o pagamento da linha de crédito é de dois anos. 

Reportagem, Felipe Moura. 

 Pequenos empreendedores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste já contrataram mais de R$ 3 bilhões em linhas de crédito para minimizar os impactos econômicos causados pela pandemia da Covid-19. Isso equivale à metade dos recursos disponibilizados pelos Fundos Constitucionais de Financiamento (FNO, FNE e FCO) dessas três regiões. 

A maior parte dos contratos firmados são para a modalidade “Capital de Giro”. Os recursos podem ser usados em despesas de custeio, manutenção e formação de estoque e para o pagamento de funcionários, por exemplo. De acordo com o Governo Federal, os empreendedores podem contratar o financiamento até o fim do decreto de calamidade pública, que vai até 31 de dezembro deste ano. O prazo para o pagamento da linha de crédito é de dois anos. 

Reportagem, Felipe Moura.

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.