Brasil·12 de fevereiro de 2019

Pedágio em estradas federais pode ter aumento de 25%

Para equilibrar contratos firmados na gestão do ex-presidente Lula, o Ministério da Infraestrutura pode aumentar em 25% o valor dos pedágios em sete rodovias federais no Sudeste e no Sul do país.

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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Por Thiago Marcolini

Para equilibrar contratos firmados na gestão do ex-presidente Lula, o Ministério da Infraestrutura pode aumentar em 25% o valor dos pedágios em sete rodovias federais no Sudeste e no Sul do país.

As concessionárias que administram as estradas alegam enfrentar desequilíbrio financeiro e dificuldades para investir R$ 7 bilhões em obras de melhorias previstas nos contratos. Entre as rodovias estão a Fernão Dias, que liga São Paulo e Belo Horizonte, e a Régis Bittencourt, que vai da capital paulista a Curitiba e é uma das estradas de maior movimentação de carga do país.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, sinalizou que o governo deve fazer uma consulta pública sobre o tema.

Caso avance com a proposta, o Executivo deve enfrentar resistência do Tribunal de Contas da União, que defende que não é possível agregar mais obras em contratos vigentes.

Ao todo são sete concessões, que foram lançadas entre 2007 e 2008. No início do contrato, as empresas tiveram de fazer grandes investimentos que não foram completamente implementados por conta do crescimento econômico da época. A situação se agravou no governo de Dilma Rousseff, com tarifas mais baixas e exigência de investimentos, o que gerou desequilíbrio financeiro nas concessões.

Para equilibrar contratos firmados na gestão do ex-presidente Lula, o Ministério da Infraestrutura pode aumentar em 25% o valor dos pedágios em sete rodovias federais no Sudeste e no Sul do país.

As concessionárias que administram as estradas alegam enfrentar desequilíbrio financeiro e dificuldades para investir R$ 7 bilhões em obras de melhorias previstas nos contratos. Entre as rodovias estão a Fernão Dias, que liga São Paulo e Belo Horizonte, e a Régis Bittencourt, que vai da capital paulista a Curitiba e é uma das estradas de maior movimentação de carga do país.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, sinalizou que o governo deve fazer uma consulta pública sobre o tema.

Caso avance com a proposta, o Executivo deve enfrentar resistência do Tribunal de Contas da União, que defende que não é possível agregar mais obras em contratos vigentes.

Ao todo são sete concessões, que foram lançadas entre 2007 e 2008. No início do contrato, as empresas tiveram de fazer grandes investimentos que não foram completamente implementados por conta do crescimento econômico da época. A situação se agravou no governo de Dilma Rousseff, com tarifas mais baixas e exigência de investimentos, o que gerou desequilíbrio financeiro nas concessões.

Reportagem, Thiago Marcolini

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.