Brasil·08 de junho de 2020

Mulheres vítimas de violência doméstica passam a ser atendidas nos CREAS

Portaria do Ministério da Cidadania visa proteger as vítimas, que passaram a conviver por mais tempo com os agressores durante o período de isolamento social

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Já está valendo uma portaria do Governo Federal com orientações para o atendimento de mulheres vítimas de agressão no Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Estima-se que o número de denúncias de violência doméstica cresceu cerca de 50% durante o período de isolamento social pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o governo, o objetivo da portaria é proteger as mulheres que sofrem violência doméstica e familiar. O texto traz recomendações a gestores da política de assistência social para o atendimento das vítimas nos CREAS e medidas voltadas à prevenção e ao cuidado com as equipes de Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade do SUAS.

Há, também, orientações no sentido de que os gestores controlem o fluxo de pessoas nas unidades de acolhimento e respeitem o distanciamento social. As ações para receber as vítimas de agressão devem obedecer as recomendações sanitárias para evitar a contaminação pelo vírus, com atenção especial para grávidas, idosas e aquelas com comorbidades crônicas. 

 Já está valendo uma portaria do Governo Federal com orientações para o atendimento de mulheres vítimas de agressão no Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Estima-se que o número de denúncias de violência doméstica cresceu cerca de 50% durante o período de isolamento social pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o governo, o objetivo da portaria é proteger as mulheres que sofrem violência doméstica e familiar. O texto traz recomendações a gestores da política de assistência social para o atendimento das vítimas nos CREAS e medidas voltadas à prevenção e ao cuidado com as equipes de Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade do SUAS.

Há, também, orientações no sentido de que os gestores controlem o fluxo de pessoas nas unidades de acolhimento e respeitem o distanciamento social. As ações para receber as vítimas de agressão devem obedecer as recomendações sanitárias para evitar a contaminação pelo vírus, com atenção especial para grávidas, idosas e aquelas com comorbidades crônicas. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.