Saúde - Covid-19·25 de janeiro de 2021

MPF emite nota pública defendendo vacinação de grupos em vulnerabilidade

Ministério Público Federal (MPF) e Defensoria Pública da União (DPU) pedem inclusão de indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outras comunidades tradicionais nos grupos prioritários da vacinação contra a Covid-19.

Por Alan RiosAlan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".
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O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) emitiram uma nota pública na última sexta-feira (22) sobre a vacinação contra a Covid-19 de populações em vulnerabilidade. O texto solicita a ampla imunização prioritária para indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

Os órgãos ressaltam que a Lei n. 14.021/2020, no 2º artigo, considera esses povos em situação de extrema vulnerabilidade e alto risco de complicações relacionadas à doença. A nota destaca ainda que as vacinas constituem um importante meio de enfrentamento da Covid-19, “sem se esquecer da relevância dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas e outras comunidades”.

O documento ainda pede a verificação junto aos profissionais de saúde de toda e qualquer informação ou notícia que desacredite ou conteste a garantia e a segurança das vacinas, para evitar a propagação das denominadas “fake news”, compartilhadas principalmente por meio de aplicativos de mensagens.

O Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União emitiram uma nota pública na última sexta-feira sobre a vacinação contra a Covid-19 de populações em vulnerabilidade. O texto solicita a ampla imunização prioritária para indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

Os órgãos ressaltam que esses povos estão em situação de extrema vulnerabilidade e alto risco de complicações relacionadas à doença. A nota destaca ainda que as vacinas constituem um importante meio de enfrentamento da Covid-19, “sem se esquecer da relevância dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas e outras comunidades”.

O documento ainda pede a verificação junto aos profissionais de saúde de toda e qualquer informação ou notícia que desacredite ou conteste a garantia e a segurança das vacinas, para evitar a propagação das denominadas “fake news”, compartilhadas principalmente por meio de aplicativos de mensagens.

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Sobre a repórter

Alan Rios

Alan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".