Brasil - Energia·24 de junho de 2021

Ministro descarta a necessidade de racionamento de energia

Reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste estão com apenas 30,2% de sua capacidade

Por Larissa LagoJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na TV Escola e no Brasil61, quando ainda era Agência do Rádio Mais. Voltou para a empresa para compor a equipe de Relacionamento e, recentemente, entrou para o time da redação. Também é apresentadora e produtora no podcast cineaspectos.
Áudio · 00:01:11
Ouvir áudio · 00:01:11Copiar texto

Em audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, descartou a necessidade de racionamento de eletricidade. Ele ressaltou que não é possível comparar a crise atual com as que aconteceram em 2001 e 2014.

Privatização da Eletrobras é aprovada e vai à sanção presidencial

Decisão sobre reajuste de bandeiras tarifárias deve sair até o fim do mês

O ministro também alertou para a importância de medidas que evitem o risco de interrupção no fornecimento em horários de pico e a dependência do próximo período de chuva. Em 2020, a condição dos reservatórios era de normalidade, mas com a diminuição de chuvas entre outubro do ano passado e maio deste ano, 2021 já começou em uma situação pior. 

Atualmente, os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por 70% da geração de energia do país, estão com apenas 30,2% de sua capacidade. Segundo Albuquerque, o plano de ação posto em prática tem 40 itens, como o acionamento das usinas termelétricas, o aumento da importação de eletricidade da Argentina e Uruguai, e uma campanha para estimular o uso racional de energia.

Em audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, descartou a necessidade de racionamento de eletricidade. Ele ressaltou que não é possível comparar a crise atual com as que aconteceram em 2001 e 2014.

O ministro também alertou para a importância de medidas que evitem o risco de interrupção no fornecimento em horários de pico e a dependência do próximo período de chuva. Em 2020, a condição dos reservatórios era de normalidade, mas com a diminuição de chuvas entre outubro do ano passado e maio deste ano, 2021 já começou em uma situação pior. 

Atualmente, os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste, responsáveis por 70% da geração de energia do país, estão com apenas 30,2% de sua capacidade. Segundo Albuquerque, o plano de ação posto em prática tem 40 itens, como o acionamento das usinas termelétricas, o aumento da importação de eletricidade da Argentina e Uruguai, e uma campanha para estimular o uso racional de energia.

Reportagem, Larissa Lago

Últimas notícias

Brasil Saúde

Teste para detecção precoce do câncer do colo do útero chega a 26 estados; veja como acessar pelo SUS

CFEM

CFEM 2026/2027: ANM divulga lista provisória com 2.474 municípios afetados pela mineração

Simples Nacional

Simples Nacional: implementação da Reforma Tributária mobiliza setor produtivo e Congresso

Comércio Exterior

Importados batem recorde e chegam a 28% do consumo brasileiro, revela CNI

Região Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: Novembro começa com gradativa elevação de temperatura no Rio Grande do Sul e umidade no PR

Sobre a repórter

Larissa Lago

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na TV Escola e no Brasil61, quando ainda era Agência do Rádio Mais. Voltou para a empresa para compor a equipe de Relacionamento e, recentemente, entrou para o time da redação. Também é apresentadora e produtora no podcast cineaspectos.