Brasil·08 de agosto de 2020

Ministério da Infraestrutura certifica pontos de parada e descanso de caminhoneiros

No total, 18 PPDs já foram certificados em 10 estados. Locais precisam cumprir requisitos básicos para funcionar

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
Áudio · 00:01:23
Ouvir áudio · 00:01:23Copiar texto

O Ministério da Infraestrutura certificou mais nove postos de combustível como pontos de parada e descanso de caminhoneiros, os chamados “PPDs”. Em março, 12 estabelecimentos já haviam sido certificados. Apesar da existência desses pontos ser prevista desde 2015, o reconhecimento oficial dos estabelecimentos começou neste ano.

A certificação dos PPDs foi uma das demandas de motoristas durante a greve dos caminhoneiros em 2018. A lista e localização dos estabelecimentos está disponível na Portaria nº 1.640, de 3 de agosto de 2020.

Nova Lei do Gás pode ampliar oferta e infraestrutura de gás natural no Amazonas

Para que um estabelecimento seja certificado, ele precisa cumprir uma série de requisitos para garantir o conforto e a tranquilidade dos motoristas na hora de fazer a pausa. Primeiro, precisa de alvará de funcionamento. São requisitos: banheiros divididos por sexo, com gabinetes individuais com trava, cesta de lixo e papel higiênico, pia e papel toalha e chuveiros com água quente. Não é permitido que os sanitários sejam substituídos por banheiros químicos. Os chuveiros precisam ter suporte para sabonete e para toalha. 

Também é necessário que os PPDs tenham um ambiente para refeições limpo com mesas e cadeiras, além de acesso fácil e gratuito à água potável. Além disso, o local de repouso e descanso, onde os caminhões ficam estacionados, precisa obrigatoriamente ter vigilância ou monitoramento eletrônico.

 O Ministério da Infraestrutura certificou mais nove postos de combustível como pontos de parada e descanso de caminhoneiros, os chamados “PPDs”. Em março, 12 estabelecimentos já haviam sido certificados. Apesar da existência desses pontos ser prevista desde 2015, o reconhecimento oficial dos estabelecimentos começou neste ano.

A certificação dos PPDs foi uma das demandas de motoristas durante a greve dos caminhoneiros em 2018. A lista e localização dos estabelecimentos está disponível na Portaria nº 1.640, de 3 de agosto de 2020. 

Para que um estabelecimento seja certificado, ele precisa cumprir uma série de requisitos para garantir o conforto e a tranquilidade dos motoristas na hora de fazer a pausa. Primeiro, precisa de alvará de funcionamento. São requisitos: banheiros divididos por sexo, com gabinetes individuais com trava, cesta de lixo e papel higiênico, pia e papel toalha e chuveiros com água quente. Não é permitido que os sanitários sejam substituídos por banheiros químicos. Os chuveiros precisam ter suporte para sabonete e para toalha. 

Também é necessário que os PPDs tenham um ambiente para refeições limpo com mesas e cadeiras, além de acesso fácil e gratuito à água potável. Além disso, o local de repouso e descanso, onde os caminhões ficam estacionados, precisa obrigatoriamente ter vigilância ou monitoramento eletrônico.

Últimas notícias

SESI

SESI abre matrículas em diversos estados para 2027 com bolsas de até 100%

Empreendedorismo

Empreendedoras do DF defendem mais acesso ao crédito e participação nas políticas públicas

Eleições

RealTime Big Data: Vicentinho Júnior tem 52% dos votos válidos e Dorinha, 48%, no Tocantins

Eleições

Realtime Big Data: Allyson tem 52% dos votos válidos e Cadu de Lula, 48%, no segundo turno no RN

Vacina

Anvisa aprova nova vacina contra 21 sorotipos de bactéria causadora de pneumonia e meningite

Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.