Economia·11 de março de 2019

Mercado financeiro estima inflação mais alta em 2019

De acordo com relatório do Banco Central, em relação ao PIB, a previsão é de recuo de 2,30% para 2,28% este ano

Por Juliana GonçalvesA carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.
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A expectativa do mercado financeiro aponta para uma possível alta na inflação em 2019. Para os analistas econômicos, a estimativa para o indicador subiu de 3,85% para 3,87%. A meta estipulada é de 4,25%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, através do Boletim Focus. O relatório é apresentado semanalmente pela instituição financeira. O balanço faz parte do resultado de um levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central precisa elevar ou reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic.

Já para 2020, a estimativa da inflação se manteve em 4%, de acordo com análises do mercado financeiro. A meta será cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, a previsão é de recuo de 2,30% para 2,28% este ano.  Esta foi a segunda queda seguida do indicador, que serve para medir a evolução da economia.

Já a inflação pelo IPC-S, que mede o índice de preços ao Consumidor, registrou variação de 0,45%. Com o resultado, o indicador ficou acima da taxa divulgada na última apuração.

O índice calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que, seis das sete capitais pesquisadas, registraram acréscimo nas taxas de variação. São elas: Salvador, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Somente Belo Horizonte registrou queda. 



A expectativa do mercado financeiro aponta para uma possível alta na inflação em 2019. Para os analistas econômicos, a estimativa para o indicador subiu de 3,85% para 3,87%. A meta estipulada é de 4,25%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, através do Boletim Focus. O relatório é apresentado semanalmente pela instituição financeira. O balanço faz parte do resultado de um levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central precisa elevar ou reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic.

Já para 2020, a estimativa da inflação se manteve em 4%, de acordo com análises do mercado financeiro. A meta será cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, a previsão é de recuo de 2,30% para 2,28% este ano.  Esta foi a segunda queda seguida do indicador, que serve para medir a evolução da economia.

Já a inflação pelo IPC-S, que mede o índice de preços ao Consumidor, registrou variação de 0,45%. Com o resultado, o indicador ficou acima da taxa divulgada na última apuração.

O índice calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que, seis das sete capitais pesquisadas, registraram acréscimo nas taxas de variação. São elas: Salvador, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Somente Belo Horizonte registrou queda. 

Reportagem, Juliana Gonçalves
 

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Sobre a repórter

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.