Brasil·20 de junho de 2020

Membros da CNM cobram melhor aplicação de recursos de Assistência Social

Integrantes fizeram a reivindicação em live com membros do governo federal

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, cobrou do governo federal a recomposição Sistema Único da Assistência Social (Suas) deste ano e a melhor distribuição dos recursos para o próximo ano. A reivindicação em live que contou com a presença de membros da entidade e integrantes do governo federal. O Sistema Único da Assistência Social caracteriza-se em um modelo de gestão participativa, que articula os esforços e os recursos da Assistência Social dos níveis municipal, estadual e federal. 

O secretário Especial do Desenvolvimento Social do Ministério, Sérgio Queiroz, ressaltou aos participantes da live que a primeira parcela do socorro emergencial contou com uma verba de R$ 10 bilhões (R$ 7 bilhões para estados e R$ 3 bilhões para municípios) para ações de saúde e assistência social. 

Mesmo assim, integrantes da CNM reclamaram de que os municípios deveriam ser os mais beneficiados com esses recursos. 

LOC.: O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, cobrou do governo federal a recomposição Sistema Único da Assistência Social (Suas) deste ano e a melhor distribuição dos recursos para o próximo ano. A reivindicação em live que contou com a presença de membros da entidade e integrantes do governo federal. O Sistema Único da Assistência Social caracteriza-se em um modelo de gestão participativa, que articula os esforços e os recursos da Assistência Social dos níveis municipal, estadual e federal. 

O secretário Especial do Desenvolvimento Social do Ministério, Sérgio Queiroz, ressaltou aos participantes da live que a primeira parcela do socorro emergencial para entes federativos contou com uma verba de R$ 10 bilhões (R$ 7 bilhões para estados e R$ 3 bilhões para municípios) para ações de saúde e assistência social. 

Mesmo assim, integrantes da CNM reclamaram de que os municípios deveriam ser os mais beneficiados com esses recursos. 
 

Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.