Agronegócios - Linha de Crédito·16 de julho de 2020

Mato Grosso já recebeu mais de R$ 457 milhões em linha de crédito para produtores rurais

Dados da Sedec do estado mostram que pequenos produtores foram os que mais requisitaram o empréstimo

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) já distribuiu mais de R$ 457 milhões em linha de crédito para o estado de Mato Grosso nos quatro 
primeiros meses do ano. Os recursos visam conceder financiamento aos produtores rurais, garantindo maior produtividade e gerando mais empregos. 

De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), os pequenos produtores correspondem ao maior número de beneficiados: 39%. Em seguida, vêm os pequenos médios, com 37%; médios, com 17%, mini produtores, que correspondem a 6%; e grande produtores, com 1%. 

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A linha de crédito foi usada, principalmente, para compra de máquinas e equipamento, bovinos de cortes, correção de solos e reforma de pastagens. Além disso, os empréstimos de até R$ 100 mil foram os mais pedidos, seguidos dos financiamentos de R$ 200 a R$ 500 mil e daqueles acima de R$ 1 milhão, os menos requisitados. 

De acordo com o Banco Central, mais de R$ 14 bilhões foram programados para investimento na produtividade da agropecuária brasileira. 

 O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) já distribuiu mais de R$ 457 milhões em linha de crédito para o estado de Mato Grosso nos quatro 
primeiros meses do ano. Os recursos visam conceder financiamento aos produtores rurais, garantindo maior produtividade e gerando mais empregos. 

De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), os pequenos produtores correspondem ao maior número de beneficiados: 39%. Em seguida, vêm os pequenos médios, com 37%; médios, com 17%, mini produtores, que correspondem a 6%; e grande produtores, com 1%. 

A linha de crédito foi usada, principalmente, para compra de máquinas e equipamento, bovinos de cortes, correção de solos e reforma de pastagens. Além disso, os empréstimos de até R$ 100 mil foram os mais pedidos, seguidos dos financiamentos de R$ 200 a R$ 500 mil e daqueles acima de R$ 1 milhão, os menos requisitados. 

De acordo com o Banco Central, mais de R$ 14 bilhões foram programados para investimento na produtividade da agropecuária brasileira. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.