Economia - Desemprego·06 de julho de 2020

Mais de 55 mil vagas de emprego foram fechadas no setor de transporte devido à pandemia

Maior retração no trabalho foi no setor de transporte rodoviário de passageiros

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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Desde o começo da pandemia do novo coronavírus, o setor de transportes já fechou 56.117 postos de trabalho. Em três meses o valor já beira o que foi perdido em um ano de recessão econômica, em 2015, por exemplo, quando 60.541 vagas foram fechadas. Só em maio de 2020 foram fechadas 20.852 vagas de trabalho com carteira assinada - o quarto pior resultado já registrado pelo boletim Economia em Foco, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), que começou a registrar os dados de emprego no setor em 2007.

O número de vagas fechadas é o resultado dos novos empregos menos as demissões formais que ocorreram no período. Esses dados foram extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), pesquisa do Ministério da Economia.

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Com menos gente viajando de ônibus, a maior perda registrada em maio no setor foi no transporte rodoviário de passageiros, que terminou o mês com 12.342 postos de trabalho a menos, o que representa 59,2% da retração no setor. Em seguida está o setor de cargas, que perdeu 7.955 postos de trabalho (38,1%).

A CNT analisa, contudo, que o número de demissões poderia ter sido ainda maior se não fosse o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, criado pela MP 936.

 Desde o começo da pandemia do novo coronavírus, o setor de transportes já fechou 56.117 postos de trabalho. Em três meses o valor já beira o que foi perdido em um ano de recessão econômica, em 2015, por exemplo, quando 60.541 vagas foram fechadas. Só em maio de 2020 foram fechadas 20.852 vagas de trabalho com carteira assinada - o quarto pior resultado já registrado pelo boletim Economia em Foco, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), que começou a registrar os dados de emprego no setor em 2007.

O número de vagas fechadas é o resultado dos novos empregos menos as demissões formais que ocorreram no período. Esses dados foram extraídos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), pesquisa do Ministério da Economia.

Com menos gente viajando de ônibus, a maior perda registrada em maio no setor foi no transporte rodoviário de passageiros, que terminou o mês com 12.342 postos de trabalho a menos, o que representa 59,2% da retração no setor de transportes. Em seguida está o setor de cargas, que perdeu 7.955 postos de trabalho, 38,1% das vagas que deixaram de existir no setor de transportes.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.