Saúde·24 de junho de 2020

Mais 2,5 mil equipes de Saúde da Família passam a integrar programa de informatização do SUS

Com a adesão, unidades dão primeiro passo para disponibilizar prontuário eletrônico aos pacientes; investimento adicional do governo é de R$ 4,6 milhões

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
Áudio · 00:01:38
Ouvir áudio · 00:01:38Copiar texto

Mais 2.593 equipes de Saúde da Família passam a integrar o Programa de Apoio à Informatização e Qualificação dos Dados da Atenção Primária à Saúde, do SUS (Sistema Único de Saúde). De acordo com o governo federal, esse é o primeiro passo para que as informações clínicas dos pacientes sejam acessadas de qualquer unidade de saúde do país. 

Nesta segunda-feira (22), o Ministério da Saúde publicou uma portaria que habilita a adesão dessas equipes ao programa em 845 municípios. A ampliação vai custar R$ 4,6 milhões por mês a mais para o governo. Agora, o Brasil possui mais de 27 mil equipes informatizadas, presentes em 3.961 cidades. A estimativa do órgão é de que 93 milhões de pessoas são beneficiadas com o programa. 

O prontuário eletrônico nas unidades de saúde vai permitir que os pacientes tenham seus dados clínicos informatizados. O histórico de vacinas, consultas, exames e medicamentos que a pessoa teve vai ficar disponível para os profissionais na hora do atendimento. Com o processo informatizado, um dos ganhos para o paciente é  o fim dos problemas com receitas difíceis de ler. 

Para participar do programa, a unidade de saúde deve enviar informações para a base federal por meio de sistema de prontuário eletrônico. O repasse do governo para a equipe de Saúde da Família varia entre R$ 1,7 mil e R$ 2,3 mil. 

 Mais 2.593 equipes de Saúde da Família passam a integrar o Programa de Apoio à Informatização e Qualificação dos Dados da Atenção Primária à Saúde, do SUS (Sistema Único de Saúde). De acordo com o governo federal, esse é o primeiro passo para que as informações clínicas dos pacientes sejam acessadas de qualquer unidade de saúde do país. 

Nesta segunda-feira (22), o Ministério da Saúde publicou uma portaria que habilita a adesão dessas equipes ao programa em 845 municípios. A ampliação vai custar R$ 4,6 milhões por mês a mais para o governo. Agora, o Brasil possui mais de 27 mil equipes informatizadas, presentes em 3.961 cidades. A estimativa do órgão é de que 93 milhões de pessoas são beneficiadas com o programa. 

O prontuário eletrônico nas unidades de saúde vai permitir que os pacientes tenham seus dados clínicos informatizados. O histórico de vacinas, consultas, exames e medicamentos que a pessoa teve vai ficar disponível para os profissionais na hora do atendimento. Com o processo informatizado, um dos ganhos para o paciente é  o fim dos problemas com receitas difíceis de ler. 

Para participar do programa, a unidade de saúde deve enviar informações para a base federal por meio de sistema de prontuário eletrônico. O repasse do governo para a equipe de Saúde da Família varia entre R$ 1,7 mil e R$ 2,3 mil. 

Reportagem, Felipe Moura. 

Últimas notícias

Dólar

Dólar sobe 0,23% e fecha cotado a R$ 5,04

Obras

TCU aponta dez obras rodoviárias prioritárias que precisam de recursos para conclusão até 2027

ApexBrasil

SIAL Paris: empresas brasileiras ampliam busca por mercados externos em meio a tarifas dos Estados Unidos

Loteria

Resultado da Lotofácil 3811 de hoje (22/10/2026): números sorteados

Região Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: chuva, queda nas temperaturas e alertas de tempestade atingem a Região Sul nesta sexta-feira (23)

Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.