Desenvolvimento Regional·01 de dezembro de 2022

Lixão inativo de Feira de Santana, na Bahia, terá solução ambientalmente correta

‌Ministério do Desenvolvimento Regional assinou acordo com a prefeitura para iniciar estudos técnicos. Na oportunidade, foi anunciado repasse de R$ 350 milhões para investimento em esgotamento sanitário no estado

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Um acordo de cooperação técnica assinado na sexta-feira (25) trará soluções para os problemas ambientais causados por um lixão desativado há oito anos em Feira de Santana, na Bahia. O ato concretizou parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), a prefeitura municipal e a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) para iniciar estudos técnicos que irão embasar a estratégia do fechamento do local.

‌A principal preocupação dos gestores são duas lagoas de chorume, que transbordam durante os períodos chuvosos. O líquido poluente é originário da decomposição de resíduos orgânicos e provoca grave contaminação do meio ambiente.

‌Segundo o secretário nacional de Saneamento do MDR, Pedro Maranhão, os estudos deverão ser concluídos em até 120 dias. "Com base nesses estudos é que saberemos o que precisará ser feito para resolver de vez o problema das lagoas de chorume. Mas vamos trabalhar para recuperar a área degradada e solucionar essa questão ambiental da cidade", afirmou.

Investimento em esgoto

Na oportunidade, o secretário anunciou que o Governo Federal fará um repasse de R$ 350 milhões para que o estado da Bahia invista em esgotamento sanitário. O prefeito de Feira de Santana, Colbert Filho, celebrou a iniciativa e destacou que os valores devem ser direcionados aos municípios que mais precisam.

‌"Nossa cidade tem apenas 60% de cobertura de esgotamento sanitário, o que é muito pouco. Vitória da Conquista, por exemplo, tem 95%. Significa que um bom trabalho foi feito por lá. Então esse investimento tem que ser direcionado às cidades que mais carecem. E tem que ser destacada essa iniciativa do Governo Federal faltando 35 dias para o término do ano", observou Colbert. 

Mesmo após estar desativado há oito anos, um lixão em Feira de Santana, na Bahia, ainda ameaça a biodiversidade e a saúde da população. Para solucionar o problema, o Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, firmou um acordo de cooperação com a prefeitura municipal e a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.

Com o ato, serão realizados estudos técnicos para tratar duas lagoas de chorume, que transbordam durante os períodos chuvosos. O líquido poluente é originário da decomposição de resíduos orgânicos e provoca grave contaminação ambiental.

A medida atende ao Novo Marco de Saneamento, que completou dois anos em julho deste ano. Pedro Maranhão, secretário nacional de Saneamento do MDR, destaca a importância da legislação.

TEC/SONORA: Pedro Maranhão

"Aqui no Brasil estamos executando o maio programa ambiental do mundo, o Novo Marco do Saneamento. Não tem no mundo um programa que vai tratar esgoto para 100 milhões de pessoas e levar água de qualidade para 35 milhões e encerrar 3 mil lixões a céu aberto.

Para saber mais sobre ações federais em saneamento básico, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Gabriela Sant'Anna

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