Saúde·20 de janeiro de 2020

Ingerir álcool em excesso pode aumentar risco de câncer no pulmão, afirma pesquisa

Além dos riscos conhecidos para o fígado, pesquisadores da Inglaterra afirma que o consumo excessivo de álcool pode prejudicar também outros órgãos

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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Um estudo feito na Universidade de Liverpool, na Inglaterra, mostrou que bebida alcoólica, além de causar doenças no fígado, pode aumentar os riscos de câncer no pulmão. 

O estudo foi realizado com mais de 125 mil pessoas no Reino Unido que bebiam com frequência. Após avaliar nucleotídeos do DNA de cada indivíduo, que é um grupo formado por três moléculas, os pesquisadores reaplicaram o modelo em vermes e descobriram que os genes têm um impacto significativo na resposta ao álcool. 

De acordo com os cientistas, foram encontradas diversas associações a diferentes tipos de comportamento compulsivo e de dependência ligada ao álcool. Eles também levaram em conta o fato de que alguns participantes, além de ingerirem álcool com frequência, também fumavam cigarro. 

A expectativa dos pesquisadores é que, a partir da identificação dos genes que contribuem com o consumo excessivo de álcool, sejam criados tratamentos no futuro para auxiliar na dependência da substância. 

No Brasil, dados do Ministério da Saúde do ano passado mostram que quase 18% da população adulta faz uso abusivo do álcool. Entre as mulheres, o consumo aumentou 42,9% entre 2006 e 2018. 

Um estudo feito na Universidade de Liverpool, na Inglaterra, mostrou que bebida alcoólica, além de causar doenças no fígado, pode aumentar os riscos de câncer no pulmão. 

O estudo foi realizado com mais de 125 mil pessoas no Reino Unido que bebiam com frequência. Após avaliar nucleotídeos do DNA de cada indivíduo, que é um grupo formado por três moléculas, os pesquisadores reaplicaram o modelo em vermes e descobriram que os genes têm um impacto significativo na resposta ao álcool. 

De acordo com os cientistas, foram encontradas diversas associações a diferentes tipos de comportamento compulsivo e de dependência ligada ao álcool. Eles também levaram em conta o fato de que alguns participantes, além de ingerirem álcool com frequência, também fumavam cigarro. 

A expectativa dos pesquisadores é que, a partir da identificação dos genes que contribuem com o consumo excessivo de álcool, sejam criados tratamentos no futuro para auxiliar na dependência da substância. 

No Brasil, dados do Ministério da Saúde do ano passado mostram que quase 18% da população adulta faz uso abusivo do álcool. Entre as mulheres, o consumo aumentou 42,9% entre 2006 e 2018. 

Reportagem, Jalila Arabi. 
 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.