Economia - Inflação·27 de junho de 2023

Inflação oficial medida pelo IBGE foi de 0,04% em junho

O resultado é 0,47 ponto percentual abaixo da taxa de maio, que foi de 0,51%

Por Luigi Mauri
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O IPCA-15, divulgado pelo IBGE nesta terça-feira (27), registra alta de 0,04% em junho. O resultado é 0,47 ponto percentual abaixo da taxa de maio, que foi de 0,51%. Este é o menor valor desde setembro de 2022. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis tiveram alta este mês.

O grupo Habitação registrou a maior variação e o maior impacto no índice do mês, em alta de 0,96%. Neste grupo, destaca-se a alta da taxa de água e esgoto, devido a reajustes em Curitiba, São Paulo, Recife e em Belém. Ocorre alta também da energia elétrica residencial, em 1,45%. Por outro lado, há queda em gás encanado, com redução de 0,33%. 

Em despesas pessoais, há elevação de 0,52%, puxado por jogos de azar, cinema, teatro, concertos e pacote turístico. Já no grupo saúde e cuidados pessoais, há aum salto de 0,19%, puxado principalmente por planos de saúde. 

Os três grupos que registraram queda e puxaram o índice para baixo foram Transportes (-0,55%), Alimentação e bebidas (-0,51%) e Artigos de residência (-0,01%).

Em Transportes, a queda é motivada pelo menor preço da gasolina, diesel, etanol e GNV. Por outro lado, houve alta das passagens aéreas. Porém, o aumento não foi suficiente para elevar os preços da categoria. 

No grupo de Alimentação, a queda dos preços foi puxada pela alimentação em domicílio. Houve queda do óleo de soja, frutas, leite longa vida e carnes. Pelas altas, houve avanço do preço dos ovos de galinha e do pão francês. A alimentação fora do domicílio também desacelerou, tanto para lanche, quanto para refeição. 

LOC.: O IPCA-15, divulgado pelo IBGE nesta terça-feira (27), registra alta de 0,04% em junho. O resultado é 0,47 ponto percentual abaixo da taxa de maio, que foi de 0,51%. Este é o menor valor desde setembro de 2022. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis tiveram alta este mês.

O grupo Habitação registrou a maior variação e o maior impacto no índice do mês, em alta de 0,96%. Neste grupo, destaca-se a alta da taxa de água e esgoto, devido a reajustes em Curitiba, São Paulo, Recife e em Belém. Ocorre alta também da energia elétrica residencial, em 1,45%. Por outro lado, há queda em gás encanado, com redução de 0,33%. 

Em despesas pessoais, há elevação de 0,52%, puxado por jogos de azar, cinema, teatro, concertos e pacote turístico. Já no grupo saúde e cuidados pessoais, há aum salto de 0,19%, puxado principalmente por planos de saúde. 

Os três grupos que registraram queda e puxaram o índice para baixo foram Transportes (-0,55%), Alimentação e bebidas (-0,51%) e Artigos de residência (-0,01%).

Em Transportes, a queda é motivada pelo menor preço da gasolina, diesel, etanol e GNV. Por outro lado, houve alta das passagens aéreas. Porém, o aumento não foi suficiente para elevar os preços da categoria. 

No grupo de Alimentação, a queda dos preços foi puxada pela alimentação em domicílio. Houve queda do óleo de soja, frutas, leite longa vida e carnes. Pelas altas, houve avanço do preço dos ovos de galinha e do pão francês. A alimentação fora do domicílio também desacelerou, tanto para lanche, quanto para refeição. 

Reportagem, Luigi Bellei, narração, Karina Chagas

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