Economia·20 de dezembro de 2019

Inadimplência das empresas cresce 4,22% em novembro, aponta CNDL/SPC Brasil

Em média, empresários devem pouco mais de R$ 5.500

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que o número de empresas com contas em atraso e registradas nos cadastros de devedores cresceu 4,22% em novembro de 2019, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, apesar da alta, o dado sinaliza uma desaceleração na quantidade de atrasos.

“A gente vê um dado bem positivo na inadimplência das empresas, que é uma desaceleração. Isso quer dizer que a inadimplência continua crescendo; o dado é de um crescimento de 4,22% no mês de novembro sobre o ano passado, mas esse número é muito menor do que os 9%, um pouquinho mais de 9%, que ele crescia no mesmo mês do ano passado. Então, quer dizer que a inadimplência das empresas cresce a uma velocidade muito menor do que ela crescia no passado”, disse.

Entre os segmentos devedores, a alta mais expressiva ficou com o setor de serviços, que apresentou crescimento de 7,13%. Em seguida, vem o comércio (1,61%) e o ramo das indústrias (1,35%), com alta abaixo da média geral.

Já os setores credores, ou seja, apenas aquelas as empresas que deixaram de receber por uma dívida, registraram queda de 2,50% no número de pendências devidas à indústria e um pequeno recuo de 0,49% no segmento de serviços, que engloba bancos e financeiras. A única alta ficou por conta das empresas do comércio, cujo avanço em novembro foi de 1,18%.

O estudo aponta ainda que, cada empresa inadimplente possui duas dívidas registradas no banco de devedores, sendo que a soma total das dívidas chega a uma média de R$ 5.517,07, valor que é 1% menor do que o observado em outubro.

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Entre os segmentos devedores, a alta mais expressiva ficou com o setor de serviços, que apresentou crescimento de 7,13%. Em seguida, vem o comércio (1,61%) e o ramo das indústrias (1,35%), com alta abaixo da média geral.

Já os setores credores, ou seja, apenas aquelas as empresas que deixaram de receber por uma dívida, registraram queda de 2,50% no número de pendências devidas à indústria e um pequeno recuo de 0,49% no segmento de serviços, que engloba bancos e financeiras. A única alta ficou por conta das empresas do comércio, cujo avanço em novembro foi de 1,18%.

O estudo aponta ainda que, cada empresa inadimplente possui duas dívidas registradas no banco de devedores, sendo que a soma total das dívidas chega a uma média de R$ 5.517,07, valor que é 1% menor do que o observado em outubro.

Reportagem, Cintia Moreira

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Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.