Saúde - Covid-19·13 de agosto de 2020

Idosos de até 69 anos vão participar dos testes da vacina de Oxford, no Brasil

Pesquisadores também pediram permissão da Anvisa para testar os efeitos de uma segunda dose da vacina nos voluntários

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou mudanças nos testes da vacina de Oxford contra a Covid-19. Os pesquisadores solicitaram à entidade autorização para aplicar uma dose de reforço em voluntários. Isso porque pesquisas teriam mostrado que uma segunda dose aumenta a chance da pessoa ficar imune ao vírus.

A segunda dose da vacina deve ser aplicada quatro semanas depois da primeira. Se os resultados forem melhores, a segunda dose deverá ser implementada quando a vacina for disponibilizada à população.

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Vacina de Oxford contra covid-19 só será disponibilizada em 2021

Também foi atendido o pedido para que o teste seja realizado em voluntários mais idosos. Antes, participavam do testes voluntários de 18 a 55 anos. Agora, a idade máxima foi estendida para 69 anos. De acordo com a Anvisa, antes não haviam dados que comprovassem a necessidade dos testes em pessoas com mais idade.

A vacina foi desenvolvida pela universidade de Oxford em parceria com a empresa farmacêutica AstraZeneca. Assim que os estudos forem concluídos, o medicamento será produzido em grande escala pelos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou mudanças nos testes da vacina de Oxford contra a Covid-19. Os pesquisadores solicitaram à entidade autorização para aplicar uma dose de reforço em voluntários. Isso porque pesquisas teriam mostrado que uma segunda dose aumenta a chance da pessoa ficar imune ao vírus.

A segunda dose da vacina deve ser aplicada quatro semanas depois da primeira. Se os resultados forem melhores, a segunda dose deverá ser implementada quando a vacina for disponibilizada à população.

Também foi atendido o pedido para que o teste seja realizado em voluntários mais idosos. Antes, participavam do testes voluntários de 18 a 55 anos. Agora, a idade máxima foi estendida para 69 anos. De acordo com a Anvisa, antes não haviam dados que comprovassem a necessidade dos testes em pessoas com mais idade.

A vacina foi desenvolvida pela universidade de Oxford em parceria com a empresa farmacêutica AstraZeneca. Assim que os estudos forem concluídos, o medicamento será produzido em grande escala pelos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
 

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.