Comportamento·24 de janeiro de 2020

Homens são mais sensíveis no ambiente de trabalho do que mulheres, diz estudo britânico

Pesquisa realizada com 2 mil pessoas mostrou que homens são mais propensos a se sensibilizarem com críticas e ideias ignoradas

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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Um estudo realizado por uma universidade do Reino Unido constatou que os homens são duas vezes mais sensíveis que as mulheres no ambiente de trabalho. De acordo com a pesquisa, a tendência é que os homens fiquem mais chateados quando são criticados ou têm suas ideias ignoradas do que as mulheres. 

O estudo mostrou também que 43% dos trabalhadores do sexo masculino costumam gritar quando estão nesse tipo de situação. A chance de pediram demissão também é maior. Cerca de 20% deixaria o emprego se estivesse nessas condições. 

O levantamento foi realizado com duas mil pessoas e foi divulgado no início de janeiro em um site de empregos local. Segundo pesquisadores da universidade britânica, os homens são mais propensos a relatar emoções associadas ao poder e ao status.    

Um estudo realizado por uma universidade do Reino Unido constatou que os homens são duas vezes mais sensíveis que as mulheres no ambiente de trabalho. De acordo com a pesquisa, a tendência é que os homens fiquem mais chateados quando são criticados ou têm suas ideias ignoradas do que as mulheres. 

O estudo mostrou também que 43% dos trabalhadores do sexo masculino costumam gritar quando estão nesse tipo de situação. A chance de pediram demissão também é maior. Cerca de 20% deixaria o emprego se estivesse nessas condições. 

O levantamento foi realizado com duas mil pessoas e foi divulgado no início de janeiro em um site de empregos local. Segundo pesquisadores da universidade britânica, os homens são mais propensos a relatar emoções associadas ao poder e ao status. 

Reportagem, Jalila Arabi.   
 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.