Saúde - Doenças·27 de outubro de 2026

Hantavirose: São Paulo registra quatro casos e uma morte em 2026

Secretaria estadual da Saúde reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce; desde 2007, estado acumula 199 casos confirmados e 101 óbitos

Por Bianca MingoteBianca Mingote é jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), com experiência em cobertura do Congresso Nacional, saúde, economia e política. Atuou como repórter na Secom (UnB), no Correio Braziliense (CB) e na Rádio Senado. Também foi trainee do CB no Curso Jornalismo na Prática, com foco na cobertura de saúde do Brasil. É repórter do Brasil 61 desde 2024.
Áudio · 00:01:51
Ouvir áudio · 00:01:51Salvar imagemCopiar texto
Foto: Rudson Amorim/Fiocruz
Foto: Rudson Amorim/Fiocruz·Foto: Brasil 61

O estado de São Paulo registrou quatro casos confirmados de hantavirose e uma morte pela doença até setembro de 2026. O alerta foi divulgado nesta segunda-feira (26) pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Desde 2007, o estado contabiliza 199 casos e 101 óbitos, com letalidade de aproximadamente 51% no período.

A hantavirose é uma doença infecciosa grave, transmitida principalmente pela inalação de partículas de urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. Os sintomas iniciais podem incluir febre, dores no corpo, dor de cabeça, náuseas e vômitos. A doença pode evoluir rapidamente para quadros respiratórios graves.

Por conta da rápida evolução da doença, a secretaria de saúde do estado reforçou, em nota, que é importante a identificação precoce dos casos suspeitos e começar a investigação epidemiológica de forma imediata.

Segundo a instituição, no Brasil, a doença geralmente se manifesta como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH), que pode provocar comprometimento respiratório e cardíaco e evoluir para quadros graves.

Prevenção

Para prevenir a infecção, o Ministério da Saúde recomenda evitar o contato com roedores e suas secreções, manter ambientes limpos e ventilados e armazenar alimentos em recipientes fechados. Locais fechados que possam estar contaminados devem ser ventilados e higienizados adequadamente antes da entrada e da limpeza.

Ao apresentar sintomas após possível exposição a ambientes com presença de roedores silvestres, a orientação é procurar atendimento médico e informar sobre o contato. 

O período que os primeiros sintomas começam a aparecer a partir da infecção, é, em média, de 1 a 5 semanas, com variação de 3 a 60 dias.

Diagnóstico

O diagnóstico precoce é fundamental para o início rápido do atendimento, já que não há tratamento antiviral específico para a hantavirose.

Hoje, os exames laboratoriais para diagnóstico específico da hantavirose são realizados em laboratórios de referência e disponibilizados na rede pública. O diagnóstico é feito sorologia, com disponibilização de kits pelo Ministério da Saúde.

O estado de São Paulo registrou quatro casos confirmados de hantavirose e uma morte pela doença até setembro deste ano. O alerta foi divulgado nesta segunda-feira, dia 26, pela Secretaria Estadual da Saúde, que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

Desde 2007, São Paulo acumula 199 casos e CENTO E UM óbitos por hantavirose. A letalidade no período é de aproximadamente 51%.

A hantavirose é uma doença infecciosa grave, transmitida principalmente pela inalação de partículas presentes na urina, nas fezes e na saliva de roedores silvestres infectados. Entre os sintomas iniciais estão febre, dores no corpo e dor de cabeça. A doença pode evoluir rapidamente e comprometer o coração e os pulmões.

Por isso, a Secretaria Estadual da Saúde destaca a importância de identificar rapidamente os casos suspeitos e iniciar imediatamente a investigação epidemiológica.

Para prevenir a infecção, a orientação é evitar o contato com roedores e suas secreções, manter os ambientes limpos e ventilados e guardar alimentos em recipientes fechados. 

Os primeiros sintomas podem surgir, em média, de uma a cinco semanas após a infecção, mas o período pode variar de três a 60 dias. Quem apresentar sintomas após possível contato com roedores silvestres deve procurar atendimento médico imediatamente e informar sobre a exposição.

O diagnóstico é feito por exames laboratoriais, incluindo a sorologia, disponíveis na rede pública por meio de laboratórios de referência. Como não há tratamento antiviral específico, o reconhecimento precoce da doença é fundamental para agilizar o atendimento.

Com informações da  Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Bianca Mingote

Últimas notícias

Brasil Agro

Goiás projeta safra de grãos de 35,9 milhões de toneladas em 2026/27

Eleições

Abstenção cai em 18 estados no segundo turno das eleições de 2026

Receita Federal

Empresas do Simples Nacional têm até sexta-feira (30) para optar pelo regime regular de IBS e CBS

FPM

FPM: municípios recebem R$ 4,8 bi nesta sexta-feira (30); valor é referente ao terceiro decêndio de outubro

Sobre a repórter

Bianca Mingote

Bianca Mingote é jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), com experiência em cobertura do Congresso Nacional, saúde, economia e política. Atuou como repórter na Secom (UnB), no Correio Braziliense (CB) e na Rádio Senado. Também foi trainee do CB no Curso Jornalismo na Prática, com foco na cobertura de saúde do Brasil. É repórter do Brasil 61 desde 2024.