Ciência & Tecnologia·04 de fevereiro de 2020

Governo publica portaria com diretrizes para o leilão do 5G no Brasil

Texto estabelece regras para evitar que o sinal de telefonia interfira com o de televisão. Texto não fala se tecnologia chinesa poderá ou não ser utilizada

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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Foi dada a largada para o leilão do 5G: o Governo Federal publicou a portaria que estabelece os próximos passos para a implantação da tecnologia de telefonia no Brasil. O leilão, previsto para o segundo semestre deste ano, deve dividir a oferta de serviços em três radiofrequências: 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz. Uma dessas frequências, a de 3,5 Ghz tem sido alvo de polêmica porque o uso dela para o sistema de telefonia pode causar interferência no sinal de televisão via satélite - afetando a qualidade para quem assiste TV utilizando antena parabólica. Para resolver esse problema, o texto do Ministério da Ciência e Tecnologia estabelece que será trabalho da Anatel definir critérios técnicos que impeçam que essa interferência ocorra. Caso seja preciso fazer adaptações na infraestrutura para evitar esse problema, as empresas vencedoras da licitação que vão ter que arcar com os custos das mudanças.

 Foi dada a largada para o leilão do 5G: o Governo Federal publicou a portaria que estabelece os próximos passos para a implantação da tecnologia de telefonia no Brasil. O leilão, previsto para o segundo semestre deste ano, deve dividir a oferta de serviços em quatro radiofrequências. Uma dessas frequências, a de 3,5 Ghz tem sido alvo de polêmica porque o uso dela para o sistema de telefonia pode causar interferência no sinal de televisão via satélite - afetando a qualidade para quem assiste TV utilizando antena parabólica. Para resolver esse problema, o texto do Ministério da Ciência e Tecnologia estabelece que será trabalho da Anatel definir critérios técnicos que impeçam que essa interferência ocorra. Caso seja preciso fazer adaptações na infraestrutura para evitar esse problema, as empresas vencedoras da licitação que vão ter que arcar com os custos das mudanças.  

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.