Economia·26 de maio de 2020

Governo prevê déficit de R$ 540,5 bilhões em 2020 devido à pandemia

De acordo com o Ministério da Economia, medidas contra o coronavírus devem pressionar o teto de gastos neste ano

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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A crise do novo coronavírus deve deixar um rombo de R$ 540,5 bilhões nas contas públicas neste ano. A estimativa divulgada no Relatório de Avaliação Bimestral de Receitas e Despesas do Ministério da Economia representa o maior déficit primário da história do Brasil. Na estimativa anterior, a projeção era de déficit de R$ 161,6 bilhões.

A estimativa de receita total caiu de R$ 1,611 trilhão para R$ 1,477 trilhão. Enquanto isso, a estimativa de despesas subiu de $ 1,485 trilhão para R$ 1,753 trilhão.

De acordo com o relatório, 19 medidas provisórias destinaram R$ 269,2 bilhões em créditos extraordinários para o combate ao coronavírus. Também devido ao estado de calamidade pública, o governo fica desobrigado a cumprir a meta fiscal neste ano, que era de déficit primário de R$ 124,1 bilhões.

Por outro lado, a previsão é que o teto de gastos, que ainda está mantido, será extrapolado. O limite para este ano é de R$ 1,454 trilhão, mas a estimativa é que os gastos ultrapassem esse valor em aproximadamente R$ 2 bilhões.

 A crise do novo coronavírus deve deixar um rombo de R$ 540,5 bilhões nas contas públicas neste ano. A estimativa divulgada no Relatório de Avaliação Bimestral de Receitas e Despesas do Ministério da Economia representa o maior déficit primário da história do Brasil. Na estimativa anterior, a projeção era de déficit de R$ 161,6 bilhões.

A estimativa de receita total caiu de R$ 1,611 trilhão para R$ 1,477 trilhão. Enquanto isso, a estimativa de despesas subiu de $ 1,485 trilhão para R$ 1,753 trilhão.

De acordo com o relatório, 19 medidas provisórias destinaram R$ 269,2 bilhões em créditos extraordinários para o combate ao coronavírus. Também devido ao estado de calamidade pública, o governo fica desobrigado a cumprir a meta fiscal neste ano, que era de déficit primário de R$ 124,1 bilhões.

Por outro lado, a previsão é que o teto de gastos, que ainda está mantido, será extrapolado. O limite para este ano é de R$ 1,454 trilhão, mas a estimativa é que os gastos ultrapassem esse valor em aproximadamente R$ 2 bilhões.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.