Saúde·30 de novembro de 2020

Governo de Roraima dá início a atividades de conscientização na luta contra a aids

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, governo e parceiros vão realizar um seminário aberto à comunidade

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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O governo de Roraima já deu início às atividades de sensibilização da luta contra a aids. Nessa segunda (30), uma roda de conversa com o tema “Quem se ama, se cuida” foi realizada na sede da Associação de Transexuais e Travestis de Roraima (Aterr), com café da manhã e distribuição de insumos para prevenção. 

Oficialmente, o mês de dezembro é dedicado a campanhas sobre o assunto. Segundo o Núcleo de Controle de DST/AIDS da Secretaria de Saúde do estado, o objetivo é fortalecer a prevenção e divulgar mensagens de esperança e solidariedade.

Já na terça-feira, dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, o governo e parceiros vão realizar o “4º Seminário IST/HIV/AIDS: Laços e Abraços em Tempos de COVID-19”. O encontro será na igreja católica do bairro 13 de Setembro, das 8h às 12h e, durante a tarde, das 14h às 18h.

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O dia 1º de dezembro foi transformado em Dia Mundial de Luta Contra a Aids por uma decisão da Assembleia Mundial de Saúde, em outubro de 1988, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/AIDS.

A escolha desse dia seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988, após oficialização por meio de uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde.

A aids não tem cura e cerca de 75% dos infectados convivem com o vírus e conhecem o estado sorológico. A meta da ONU é garantir que esse número chegue a 90% e pelo menos 90% dessas pessoas recebam o tratamento adequado. 

O governo de Roraima já deu início às atividades de sensibilização da luta contra a aids. Nessa segunda (30), uma roda de conversa com o tema “Quem se ama, se cuida” foi realizada na sede da Associação de Transexuais e Travestis de Roraima (Aterr), com café da manhã e distribuição de insumos para prevenção. 

Oficialmente, o mês de dezembro é dedicado a campanhas sobre o assunto. Segundo o Núcleo de Controle de DST/AIDS da Secretaria de Saúde do estado, o objetivo é fortalecer a prevenção e divulgar mensagens de esperança e solidariedade.

Já na terça-feira, dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, o governo e parceiros vão realizar o “4º Seminário IST/HIV/AIDS: Laços e Abraços em Tempos de COVID-19”. O encontro será na igreja católica do bairro 13 de Setembro, das 8h às 12h e, durante a tarde, das 14h às 18h.

O dia 1º de dezembro foi transformado em Dia Mundial de Luta Contra a Aids por uma decisão da Assembleia Mundial de Saúde, em outubro de 1988, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/AIDS.

A escolha desse dia seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988, após oficialização por meio de uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde.

A aids não tem cura e cerca de 75% dos infectados convivem com o vírus e conhecem o estado sorológico. A meta da ONU é garantir que esse número chegue a 90% e pelo menos 90% dessas pessoas recebam o tratamento adequado. 

Reportagem, Jalila Arabi. 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.