Meio Ambiente·25 de março de 2019

Fiscais são preparados para evitar novas tragédias em barragens

Ministro Ricardo Salles disse que eles atuarão na Agência Nacional de Mineração

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse nesta segunda-feira (25) que o governo vai aumentar o número de fiscais atuando na Agência Nacional de Mineração (ANM). O órgão é o responsável por verificar as condições das barragens, como a da Vale, em Brumadinho (MG).

De acordo com Salles, o governo fez um curso de capacitação de engenheiros para que eles possam se juntar ao quadro de fiscais que já existem no nível federal, da mesma forma nos níveis estaduais.

O ministro também comentou sobre a situação de Barão de Cocais (MG), onde recentemente a mineradora Vale emitiu um comunicado de alerta para o risco de rompimento de outra barragem. A estimativa é que cerca de 6 mil pessoas vivam em áreas passíveis de serem diretamente afetadas pelo rompimento.

Ainda de acordo com Salles, muitos fiscais de empresas privadas têm se recusado a subscrever laudos que atestem a segurança das barragens, por conta do que aconteceu em Brumadinho, em janeiro deste ano.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse nesta segunda-feira (25) que o governo vai aumentar o número de fiscais atuando na Agência Nacional de Mineração (ANM). O órgão é o responsável por verificar as condições das barragens, como a da Vale, em Brumadinho (MG).

De acordo com Salles, o governo fez um curso de capacitação de engenheiros para que eles possam se juntar ao quadro de fiscais que já existem no nível federal, da mesma forma nos níveis estaduais.

O ministro também comentou sobre a situação de Barão de Cocais (MG), onde recentemente a mineradora Vale emitiu um comunicado de alerta para o risco de rompimento de outra barragem. A estimativa é que cerca de 6 mil pessoas vivam em áreas passíveis de serem diretamente afetadas pelo rompimento.

Ainda de acordo com Salles, muitos fiscais de empresas privadas têm se recusado a subscrever laudos que atestem a segurança das barragens, por conta do que aconteceu em Brumadinho, em janeiro deste ano.

Reportagem, Cintia Moreira
 

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Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.