Saúde·11 de março de 2021

Fiocruz lança programa para capacitar profissionais de saúde que atuam nas fronteiras com vizinho sul-americanos

Batizada de VigiFronteiras - Brasil, iniciativa oferta 75 vagas para cursos de mestrado e doutorado

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou nesta terça-feira (9) a primeira seleção pública do Programa Educacional Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras - Brasil). O objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde que atuam nas fronteiras brasileiras com outros países sul-americanos, seja na gestão, assistência, vigilância ou avaliação da qualidade dos serviços. 

O VigiFronteiras Brasil oferece 75 vagas para cursos de mestrado e doutorado. O primeiro tem duração mínima de 12 meses e máxima de 24 meses. Já o segundo, leva de 24 a 48 meses para conclusão. Metade das vagas vão ser destinadas, preferencialmente, para candidatos que atuam nas fronteiras com países da América do Sul. Segundo a Fiocruz, as atividades acadêmicas serão online enquanto durar a emergência sanitária pela Covid-19.

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As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre 22 de março e 30 de abril. Para mais informações, acesse: formacaovigisaude.fiocruz.br. O programa conta com o apoio da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). 

 A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou nesta terça-feira (9) a primeira seleção pública do Programa Educacional Vigilância em Saúde nas Fronteiras (VigiFronteiras - Brasil). O objetivo da iniciativa é capacitar os profissionais de saúde que atuam nas fronteiras brasileiras com outros países sul-americanos, seja na gestão, assistência, vigilância ou avaliação da qualidade dos serviços. 
 
O VigiFronteiras Brasil oferece 75 vagas para cursos de mestrado e doutorado. O primeiro tem duração mínima de 12 meses e máxima de 24 meses. Já o segundo, leva de 24 a 48 meses para conclusão. Metade das vagas vão ser destinadas, preferencialmente, para candidatos que atuam nas fronteiras com países da América do Sul. Segundo a Fiocruz, as atividades acadêmicas serão online enquanto durar a emergência sanitária pela Covid-19.
 
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre 22 de março e 30 de abril. Para mais informações, acesse: formacaovigisaude.fiocruz.br. O programa conta com o apoio da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). 
 
Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.