Economia - Empresas·01 de julho de 2020

FGV aponta baixa adesão das empresas a linhas de crédito do governo

Levantamento afirma também que empresários recorreram mais a outras medidas, como suspensão do contrato de trabalho e redução proporcional da jornada e salário

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que apenas 40% das empresas do Comércio e da Construção recorreram à linha de crédito do governo para minimizar os impactos econômicos da Covid-19. De acordo com a FGV, as dificuldades iniciais dos empresários para acessar o financiamento pode ter inibido a procura. 

No setor de Serviços, 14,8% das empresas utilizaram o crédito disponibilizado pelo governo. Comércio, com 7,2% e indústria, que registrou 5,5% vêm em seguida. Por outro lado, medidas do governo como a suspensão temporária do contrato de trabalho, redução das jornadas e dos salários e adiamento do pagamento de impostos tiveram mais adesão dos empresários. O estudo da FGV aponta que isso permitiu que uma parte dos empregos fosse mantida. 

No entanto, mais de 70% dos brasileiros foram afetados de alguma forma. Entre as principais consequências está o aumento do endividamento das famílias. 

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Empresários de todo o país recorrem a empréstimos para salvar os negócios

 Levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que apenas 40% das empresas do Comércio e da Construção recorreram à linha de crédito do governo para minimizar os impactos econômicos da Covid-19. De acordo com a FGV, as dificuldades iniciais dos empresários para acessar o financiamento pode ter inibido a procura. 

No setor de Serviços, 14,8% das empresas utilizaram o crédito disponibilizado pelo governo. Comércio, com 7,2% e indústria, que registrou 5,5% vêm em seguida. Por outro lado, medidas do governo como a suspensão temporária do contrato de trabalho, redução das jornadas e dos salários e adiamento do pagamento de impostos tiveram mais adesão dos empresários. O estudo da FGV aponta que isso permitiu que uma parte dos empregos fosse mantida. 

No entanto, mais de 70% dos brasileiros foram afetados de alguma forma. Entre as principais consequências está o aumento do endividamento das famílias. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.