Brasil - Internet·12 de novembro de 2020

Exposição de crianças e adolescentes na internet é o 5° tipo de denúncia mais comum no Disque 100

Mesmo com os registros dos casos denunciados, acredita-se que a quantidade real de violações pode ser bem superior

Por Luciano MarquesJornalista há 20 anos, com experiência em diversas mídias, passando por rádio e a TV, mas, mais especificamente, nos principais jornais impressos da capital, Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Além disso, exerceu a profissão em importantes órgãos, como Ministério da Educação, Procuradoria Geral da República, Ministério da Saúde, Banco Central e Ministério do Meio Ambiente. Em todos eles, desempenhou as funções de redação, edição, revisão de textos, fotojornalismo, assessoria, entre outros.
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Das denúncias registradas no Disque 100, as que tratam de exposição de crianças e adolescentes na internet estão entre os cinco tipos de violações mais comuns. O levantamento a respeito dessa espécie de violência, levando em conta o local onde ocorre, abrange casos de pedofilia, cyberbullying e pornografia infantil.

Mesmo com os registros dos casos denunciados, acredita-se que a quantidade real de violações pode ser bem superior. Um relatório da Norton Cyber Security, de 2017, aponta que o Brasil se tornou o segundo país com o maior número de casos de crimes cibernéticos. O quadro, que envolveu aproximadamente 62 milhões de pessoas, gerou prejuízos de cerca de US$ 22 bi.

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Com o objetivo de inibir a prática dos crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou uma campanha de conscientização das famílias acerca dos riscos da exposição de crianças na internet.

A iniciativa conta com materiais publicitários divulgados na internet, rádio e TV. O conteúdo foi produzido para orientar pais e responsáveis sobre o uso das tecnologias, pelos filhos, na proteção contra criminosos que atuam na internet.

Das denúncias registradas no Disque 100, as que tratam de exposição de crianças e adolescentes na internet estão entre os cinco tipos de violações mais comuns. O levantamento a respeito dessa espécie de violência, levando em conta o local onde ocorre, abrange casos de pedofilia, cyberbullying e pornografia infantil.

Mesmo com os registros dos casos denunciados, acredita-se que a quantidade real de violações pode ser bem superior. Um relatório da Norton Cyber Security, de 2017, aponta que o Brasil se tornou o segundo país com o maior número de casos de crimes cibernéticos. O quadro, que envolveu aproximadamente 62 milhões de pessoas, gerou prejuízos de cerca de US$ 22 bi.

Com o objetivo de inibir a prática dos crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou uma campanha de conscientização das famílias acerca dos riscos da exposição de crianças na internet.

A iniciativa conta com materiais publicitários divulgados na internet, rádio e TV. O conteúdo foi produzido para orientar pais e responsáveis sobre o uso das tecnologias, pelos filhos, na proteção contra criminosos que atuam na internet.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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Sobre a repórter

Luciano Marques

Jornalista há 20 anos, com experiência em diversas mídias, passando por rádio e a TV, mas, mais especificamente, nos principais jornais impressos da capital, Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Além disso, exerceu a profissão em importantes órgãos, como Ministério da Educação, Procuradoria Geral da República, Ministério da Saúde, Banco Central e Ministério do Meio Ambiente. Em todos eles, desempenhou as funções de redação, edição, revisão de textos, fotojornalismo, assessoria, entre outros.