Saúde - Doenças·26 de agosto de 2020

Estudo comprova relação entre diabetes e perda cognitiva

Pesquisa foi realizada pela UFSCar com quase dois mil participantes

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Pesquisa realizada na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Paulo, concluiu que há relação entre a diabetes tipo 2 e o aumento da chance de perda cognitiva entre os portadores da doença. O estudo realizado na instituição utilizou uma amostra de 1.944 participantes, com idade igual ou superior a 50 anos.

Os pesquisadores reuniram dados sociodemográficos, condições pregressas de saúde e  avaliações do estado cognitivo dos participantes do estudo.  Tiago da Silva Alexandre, coordenador da pesquisa, afirma que o trabalho conseguiu atestar que a maior chance de prejuízo da memória pode ser explicado pela hiperglicemia crônica que acarreta a perda de neurônios.

O pesquisador ressalta a importância do diagnóstico precoce da diabetes, para que sejam evitadas eventuais complicações, o que inclui eventuais prejuízos na memória dos pacientes. 

LOC.: Pesquisa realizada na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Paulo, concluiu que há relação entre a diabetes tipo 2 e o aumento da chance de perda cognitiva entre os portadores da doença. O estudo realizado na instituição utilizou uma amostra de 1.944 participantes, com idade igual ou superior a 50 anos.

Os pesquisadores reuniram dados sociodemográficos, condições pregressas de saúde e  avaliações do estado cognitivo dos participantes do estudo.  Tiago da Silva Alexandre, coordenador da pesquisa, afirma que o trabalho conseguiu atestar que a maior chance de prejuízo da memória pode ser explicado pela hiperglicemia crônica que acarreta a perda de neurônios.

O pesquisador ressalta a importância do diagnóstico precoce da diabetes, para que sejam evitadas eventuais complicações, o que inclui eventuais prejuízos na memória dos pacientes. 
Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.