Economia - Comércio·14 de julho de 2023

Vendas no varejo caem 1,0%, em maio

No acumulado do ano, contudo, há alta de 3,1% em comparação a 2022

Por Luigi Mauri
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O volume de vendas do varejo brasileiro recuou 1,0% entre abril e maio. 

A média móvel trimestral também apresentou queda, de -0,1%. 

Esta é a primeira taxa negativa após nove meses de altas. Porém, o acumulado do ano chegou a 1,3% e o acumulado de 12 meses em 0,8%. 

O patamar de vendas do varejo está 3,6% abaixo do recorde, que foi em outubro de 2020.

O índice inclui setores que comercializam combustíveis, alimentos, vestuário, móveis, artigos farmacêuticos, livros e papelaria, material de informática e artigos de uso pessoal e doméstico. 

Quatro atividades recuaram: Tecidos, vestuário e calçados (-3,3%), Hipermercado, supermercados e produtos  alimentícios (-3,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,3%) e Móveis e eletrodomésticos (-0,7%). 

Outras quatro tiveram crescimento: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (1,7%), Combustíveis e lubrificantes (1,4%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,1%).

Já o comércio varejista ampliado inclui veículos, materiais de construção, e produtos alimentícios de bebida e fumo. 

Para ele, Veículos e motos, partes e peças, cresceram 2,1%, enquanto Material de Construção teve queda de 0,9% na passagem de abril para maio de 2023.

Incluindo todos os itens mensurados, em média o comércio varejista ampliado teve queda de 1,1% frente a abril. Porém, em relação a maio de 2022, o índice subiu 3,0% e este é o quinto mês consecutivo de variações positivas.

LOC.: O volume de vendas do varejo brasileiro recuou 1,0% entre abril e maio. 

A média móvel trimestral também apresentou queda, de -0,1%. 

Esta é a primeira taxa negativa após nove meses de altas. Porém, o acumulado em 2023 chegou a 1,3% e o acumulado de 12 meses a 0,8%. 

O patamar de vendas do varejo está 3,6% abaixo do recorde, que foi em outubro de 2020.

O índice inclui setores que comercializam combustíveis, alimentos, vestuário, móveis, artigos farmacêuticos, livros e papelaria, material de informática e artigos de uso pessoal e doméstico. 

Quatro atividades recuaram. Entre elas estão tecidos, vestuário e calçados, em queda de 3,3% e hipermercados, supermercados e produtos  alimentícios, em queda de 3,2%.

Outras quatro tiveram crescimento. Entre eles estão artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, em 2,3% e livros, jornais, revistas e papelaria, em 1,7%. 

Já o comércio varejista ampliado inclui veículos, materiais de construção, e produtos alimentícios de bebida e fumo. 

Para o índice ampliado, veículos e motos, partes e peças, cresceram 2,1%, enquanto Material de Construção teve queda de 0,9% na passagem de abril para maio de 2023.

Incluindo todos os itens mensurados, em média o comércio varejista ampliado teve queda de 1,1% frente a abril. Porém, em relação a maio de 2022, o índice subiu 3,0% e este é o quinto mês consecutivo de variações positivas.

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Sophia Stein. 
 

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