Brasil - Eleições 2020·27 de novembro de 2020

Eleição 2020: TSE diz que é falso serviço de nuvem para contabilizar votos

Circula nas redes sociais uma publicação que diz que o supercomputador utilizado na contabilização dos votos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é um serviço terceirizado de nuvem, o que deixaria os dados da votação vulneráveis

Por Rafaela GonçalvesJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.
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Circula nas redes sociais uma publicação que diz que o supercomputador utilizado na contabilização dos votos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é um serviço terceirizado de nuvem, o que deixaria os dados da votação vulneráveis. Em nota o Tribunal esclareceu que a informação é falsa e que o processamento dos votos é realizado por dois supercomputadores mantidos em uma sala-cofre do TSE. 

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Os equipamentos foram cedidos pela empresa Oracle por quatro anos, que embora também ofereça serviços de computação em nuvem, esse não é o serviço contratado pelo tribunal. No primeiro turno das eleições, uma falha em um supercomputador foi responsável pelo atraso na apuração, o que gerou a notícia falsa.

Segundo o TSE outros órgãos da Administração Pública Federal adotam o mesmo tipo de contratação e todas estão sujeitas ao acompanhamento do Tribunal de Contas da União (TCU).

 Circula nas redes sociais uma publicação que diz que o supercomputador utilizado na contabilização dos votos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é um serviço terceirizado de nuvem, o que deixaria os dados da votação vulneráveis. Em nota o Tribunal esclareceu que a informação é falsa e que o processamento dos votos é realizado por dois supercomputadores mantidos em uma sala-cofre do TSE. 

Os equipamentos foram cedidos pela empresa Oracle por quatro anos, que embora também ofereça serviços de computação em nuvem, esse não é o serviço contratado pelo tribunal. No primeiro turno das eleições, uma falha em um supercomputador foi responsável pelo atraso na apuração, o que gerou a notícia falsa.

Segundo o TSE outros órgãos da Administração Pública Federal adotam o mesmo tipo de contratação e todas estão sujeitas ao acompanhamento do Tribunal de Contas da União (TCU).

Reportagem, Rafaela Gonçalves

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Sobre a repórter

Rafaela Gonçalves

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.