Economia - Dólar·26 de julho de 2024

Dólar obteve leve queda no último fechamento

A moeda caiu levemente, a R$ 5,65, após dados da economia brasileira e americana

Por Luigi Mauri
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No último fechamento, o dólar se desvalorizou levemente no Brasil, a 0,20%, e está cotado a R$ 5,65. O euro manteve-se praticamente estável, a R$ 6,12, de acordo com as cotações da companhia Morningstar. 

No Brasil, o mercado repercutiu a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação, e que foi de 0,30% em julho, 0,09 ponto percentual abaixo do percentual do mês anterior. Apesar da queda, o valor veio acima de algumas projeções e é possível que o Comitê de Política Monetária (Copom) mantenha no mesmo patamar os juros brasileiros. Há pressão inflacionária por meio do alto valor do dólar. 

Nos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,8% no segundo trimestre de 2024, segundo a prévia anualizada do indicador do Departamento de Comércio do país. O resultado veio acima do esperado. O crescimento de preços de despesas de consumo pessoal (PCE, em ingês) também subiu, 2,6%, para o mesmo período. Os resultados de bom desempenho da economia americana podem desafiar o corte de juros naquele país. 

LOC.: No último fechamento, o dólar se desvalorizou levemente no Brasil, a 0,20%, e está cotado a R$ 5,65. O euro manteve-se praticamente estável, a R$ 6,12, de acordo com as cotações da companhia Morningstar. 

No Brasil, o mercado repercutiu a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação, e que foi de 0,30% em julho, 0,09 ponto percentual abaixo do percentual do mês anterior. Apesar da queda, o valor veio acima de algumas projeções e é possível que o Comitê de Política Monetária (Copom) mantenha no mesmo patamar os juros brasileiros. Há pressão inflacionária por meio do alto valor do dólar. 

Nos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,8% no segundo trimestre de 2024, segundo a prévia anualizada do indicador do Departamento de Comércio do país. O resultado veio acima do esperado. O crescimento de preços de despesas de consumo pessoal (PCE, em ingês) também subiu, 2,6%, para o mesmo período. Os resultados de bom desempenho da economia americana podem desafiar o corte de juros naquele país. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Braz. 
 

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