Economia - Dólar·06 de maio de 2024

Dólar inicia a semana a R$ 5,07, depois de queda de 0,76%

Entre os prováveis motivos por trás da queda do dólar frente ao real está o desempenho abaixo do esperado do mercado de trabalho dos Estados Unidos

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Foto: ededchechine/Freepik·Foto: Brasil 61

O dólar comercial inicia esta segunda-feira (6) cotado a R$ 5,07. No último fechamento, a moeda estadunidense desvalorizou 0,76% em relação ao real. O euro, por sua vez, encerrou o dia a R$ 5,46 — o que aponta para uma queda de 0,52% em relação à moeda brasileira. 

Entre os prováveis motivos por trás da queda do dólar frente ao real está o desempenho do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Em abril, a economia norte-americana gerou menos empregos fora do setor agrícola do que os analistas esperavam. 

O dólar turismo teve variação negativa de 0,85% frente ao real, e encerrou o último pregão da semana cotado a R$ 5,27. 

Os dados são da companhia Morningstar. 

 O dólar comercial inicia esta segunda-feira (6) cotado a R$ 5,07. No último fechamento, a moeda estadunidense desvalorizou 0,76% em relação ao real. O euro, por sua vez, encerrou o dia a R$ 5,46 — o que aponta para uma queda de 0,52% em relação à moeda brasileira. 

Entre os prováveis motivos por trás da queda do dólar frente ao real está o desempenho do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Em abril, a economia norte-americana gerou menos empregos fora do setor agrícola do que os analistas esperavam. 

O dólar turismo teve variação negativa de 0,85% frente ao real, e encerrou o último pregão da semana cotado a R$ 5,27. 

Os dados são da companhia Morningstar. 

Reportagem, Felipe Moura. Narração, Sophia Stein. 
 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.