Agronegócios·27 de janeiro de 2021

Decreto cria grupo de trabalho responsável pela elaboração do Plano Nacional de Fertilizantes

Objetivo do plano é reduzir a dependência do agronegócio brasileiro dos fertilizantes produzidos no exterior

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Um decreto publicado na última segunda-feira (25) cria o grupo de trabalho interministerial que vai ser responsável pela elaboração do Plano Nacional de Fertilizantes. O plano é uma iniciativa que visa aumentar a produção e oferta de fertilizantes nacionais, como adubos, corretivos e condicionadores. Além disso, pretende diminuir a dependência dos insumos importados e ampliar a competitividade do agronegócio no mercado internacional. 

Levantamento do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária em Goiás (Ifag) mostra que fertilizantes e defensivos compõem praticamente metade dos cursos de produção da soja, por exemplo, que é o principal produto de exportação brasileiro. De acordo com o Ministério da Agricultura, o Brasil importa, em média, cerca de 60% dos fertilizantes de que precisa. 

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Pelo decreto, o grupo de trabalho vai ser formado por representantes do Mapa e de outros órgãos do governo federal, além da Embrapa. Os encontros vão ser quinzenais e o grupo tem duração prevista de 120 dias a partir da primeira reunião. Ao final do período, o Plano Nacional de Fertilizantes vai ser encaminhado para o Secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. 

 Um decreto publicado na última segunda-feira (25) cria o grupo de trabalho interministerial que vai ser responsável pela elaboração do Plano Nacional de Fertilizantes. O plano é uma iniciativa que visa aumentar a produção e oferta de fertilizantes nacionais, como adubos, corretivos e condicionadores. Além disso, pretende diminuir a dependência dos insumos importados e ampliar a competitividade do agronegócio no mercado internacional. 

Levantamento do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária em Goiás (Ifag) mostra que fertilizantes e defensivos compõem praticamente metade dos cursos de produção da soja, por exemplo, que é o principal produto de exportação brasileiro. De acordo com o Ministério da Agricultura, o Brasil importa, em média, cerca de 60% dos fertilizantes de que precisa. 

Pelo decreto, o grupo de trabalho vai ser formado por representantes do Mapa e de outros órgãos do governo federal, além da Embrapa. Os encontros vão ser quinzenais e o grupo tem duração prevista de 120 dias a partir da primeira reunião. Ao final do período, o Plano Nacional de Fertilizantes vai ser encaminhado para o Secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.