Saúde·07 de junho de 2021

Covid-19: gestantes e puérperas sem comorbidades de São Paulo, São Bernardo do Campo e Campinas já podem se vacinar

A partir de quinta-feira (10), a imunização será ampliada para demais municípios do estado. Cerca de 400 mil mulheres serão atendidas

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Começa hoje (7) na capital, em São Bernardo do Campo e em Campinas, a vacinação de gestantes e puérperas sem comorbidades contra a Covid-19. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria, na última sexta-feira (4). Segundo ele, a aplicação das doses para esses grupos será estendida para os demais municípios do estado a partir de quinta-feira (10). 

A partir desta segunda, grávidas e mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias e moram na cidade de São Paulo ou nos municípios de São Bernardo do Campo e Campinas poderão receber a primeira dose da vacina, seja ela da Pfizer ou do Butantan. A aplicação do imunizante produzido pela AstraZeneca/Universidade de Oxford nestes grupos está suspensa em todo o país por determinação das autoridades de Saúde. 

A expectativa do governo paulista é de que 400 mil gestantes e puérperas vão receber as vacinas. Para receberem a vacina, as grávidas em qualquer período gestacional têm que apresentar relatório ou laudo médico com indicação do profissional. Já as puérperas, basta apresentar certidão de nascimento da criança. 

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 Começa hoje (7) na capital, em São Bernardo do Campo e em Campinas, a vacinação de gestantes e puérperas sem comorbidades contra a Covid-19. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria, na última sexta-feira (4). Segundo ele, a aplicação das doses para esses grupos será estendida para os demais municípios do estado a partir de quinta-feira (10). 
 
A partir desta segunda, grávidas e mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias e moram na cidade de São Paulo ou nos municípios de São Bernardo do Campo e Campinas poderão receber a primeira dose da vacina, seja ela da Pfizer ou do Butantan. A aplicação do imunizante produzido pela AstraZeneca/Universidade de Oxford nestes grupos está suspensa em todo o país por determinação das autoridades de Saúde. 
 
A expectativa do governo paulista é de que 400 mil gestantes e puérperas vão receber as vacinas. Para receberem a vacina, as grávidas em qualquer período gestacional têm que apresentar relatório ou laudo médico com indicação do profissional. Já as puérperas, basta apresentar certidão de nascimento da criança. 
 
Reportagem, Felipe Moura. 
 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.