Saúde - Vacina·10 de fevereiro de 2021

Covid-19: Anvisa aprova abertura de regulamentação de vacinas do acordo Covax Facility

Objetivo é enfrentar o caráter emergencial de saúde no Brasil

Por Paloma CustódioPaloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou a abertura da regulamentação de vacinas contra Covid-19, adquiridas pelo Ministério da Saúde, no âmbito do acordo Covax Facility. Essa coalizão internacional, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem o intuito de impulsionar a criação e a distribuição de imunizantes que combatam o novo coronavírus. A decisão da Anvisa vai regulamentar os procedimentos de importação e monitoramento das doses.

O objetivo é enfrentar o caráter emergencial da saúde pública no Brasil, tendo em vista que o País ainda é altamente impactado pela pandemia. Segundo a diretoria da Agência, as vacinas que estão em desenvolvimento da Fase Clínica 3 demonstraram um certo grau de segurança e eficácia. As autorizações temporárias de uso emergencial desses imunizantes permitiram que governos iniciassem a vacinação de grupos de risco para a doença.

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As vacinas que fazem parte do Covax Facility destinam-se exclusivamente ao Programa Nacional de Imunizações e só poderão ser destinadas ao uso, após liberadas pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou a abertura da regulamentação de vacinas contra Covid-19, adquiridas pelo Ministério da Saúde, no âmbito do acordo Covax Facility. Essa coalizão internacional, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem o intuito de impulsionar a criação e a distribuição de imunizantes que combatam o novo coronavírus. A decisão da Anvisa vai regulamentar os procedimentos de importação e monitoramento das doses.

O objetivo é enfrentar o caráter emergencial da saúde pública no Brasil, tendo em vista que o País ainda é altamente impactado pela pandemia. Segundo a diretoria da Agência, as vacinas que estão em desenvolvimento da Fase Clínica 3 demonstraram um certo grau de segurança e eficácia. As autorizações temporárias de uso emergencial desses imunizantes permitiram que governos iniciassem a vacinação de grupos de risco para a doença.

Reportagem, Paloma Custódio

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Sobre a repórter

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.