Saúde·28 de dezembro de 2017

CORTÊS(PE): Especialista conscientiza população sobre importância do combate à dengue

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; text-align: justify;">Caro amigo comunicador, preparamos um conte&uacute;do a ser divulgado especialmente em Cort&ecirc;s e regi&atilde;o, lembrando os moradores sobre a import&acirc;ncia de se combater o mosquito da Dengue. Na reportagem, a coordenadora de Vigil&acirc;ncia do munic&iacute;pio, J&eacute;ssica Xavier, orienta a popula&ccedil;&atilde;o sobre a necessidade da campanha contra a doen&ccedil;a e, para uma maior sensibiliza&ccedil;&atilde;o dos moradores, temos o depoimento dofuncion&aacute;rio p&uacute;blico Jorge Tadeu, moradora da cidade que j&aacute; contraiu a doen&ccedil;a transmitida pelo Aedes. Esperamos que voc&ecirc; que aproveite esse material e nos ajude a lutar contra o mosquito. Abra&ccedil;os!</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:12.0pt;&#10;line-height:115%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Os pernambucanos devem ficar alerta. Apesar de o número de casos de Dengue estar diminuindo, o Mapa da Dengue aponta que o estado ainda tem 44 municípios em estado de risco de infestação do mosquito. Jéssica Xavier, que é a coordenadora de vigilância da Secretaria de Saúde de Cortês, destaca que o maior risco está dentro de casa. A especialista explica que, devido à escassez de água no município, muitas pessoas contam com um armazenamento próprio de água. Mas, caso esses reservatórios não sejam vedados corretamente, esse ponto pode se tornar um criadouro do mosquito. É por isso que Jéssica está trabalho na conscientização da população, para lembrar a importância do combate ao mosquito.

“A gente acredita que o sucesso das habilidades da Dengue está relacionada com a educação e saúde. Então se a gente consegue sensibilizar aquela população, se a gente consegue fazer com que mude de realidade, então a gente consegue atingir o nosso objetivo, que no caso é diminuir a incidência do mosquito e da doença. Então, temos que fazer todas as medidas de prevenção: não acumular água, não armazenar, e ter cuidado, como eu disse, de tampar, de tratar a água.”

O pernambucano Jorge Tadeu, de 44 anos, é agente de saúde e contraiu Chicungunya na capital do estado. Ele viveu o pesadelo da doença e entendeu que, para vencer essa epidemia, é necessário que todos façam sua parte.

“Você tem que se engajar total. Eu, como agente de saúde, um advogado tem que se engajar, um funcionário público de outro setor, um militar, um motorista de ônibus. A questão ambiental perpassa muitas pessoas, não só o agente de saúde. Ela tem que envolver toda a comunidade e o entorno. Eu acho que é uma doença que se você for lutar sozinho você não consegue vencer, não.”

Não vamos esperar um amigo ou familiar ficar doente. Essa luta é diária. Lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes. 

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