Brasil·01 de novembro de 2020

Comunidades ribeirinhas da Ilha do Marajó contam com ouvidoria itinerante de denúncias

Iniciativa também será implementada no Amazonas

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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As comunidades ribeirinhas da Ilha do Marajó, no Pará, agora contam com uma ouvidoria itinerante Disque 100 e o Ligue 180, canais de denúncia denúncias de violações de direitos humanos e de violência contra as mulheres. O atendimento ocorre graças a uma parceria com a Caixa, que disponibilizou uma sala da agência-barco da instituição para o recebimento das denúncias. 

Segundo o Governo Federal, além de abrir a possibilidade do recebimento de denúncias de violações de direitos humanos para os grupos vulneráveis, a iniciativa tem o objetivo de disseminar informação e orientar a população sobre a importância do trabalho da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

Ligue 180 recebeu 17,8 mil denúncias nos dois primeiros meses de 2019

Em breve, o serviço também chegará a cidades ribeirinhas no Amazonas. A partir de janeiro do ano que vem, a previsão é de que o projeto seja implementado de forma permanente nas viagens das agências-barcos na Ilha do Marajó e no Amazonas. 

LOC.: As comunidades ribeirinhas da Ilha do Marajó, no Pará, agora contam com uma ouvidoria itinerante Disque 100 e o Ligue 180, canais de denúncia denúncias de violações de direitos humanos e de violência contra as mulheres. O atendimento ocorre graças a uma parceria com a Caixa, que disponibilizou uma sala da agência-barco da instituição para o recebimento das denúncias. 

Segundo o Governo Federal, além de abrir a possibilidade do recebimento de denúncias de violações de direitos humanos para os grupos vulneráveis, a iniciativa tem o objetivo de disseminar informação e orientar a população sobre a importância do trabalho da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos.

Em breve, o serviço também chegará a cidades ribeirinhas no Amazonas. A partir de janeiro do ano que vem, a previsão é de que o projeto seja implementado de forma permanente nas viagens das agências-barcos na Ilha do Marajó e no Amazonas. 

Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.