A região de Londrina é uma das que apresenta maior número de registros de dengue em todo o Paraná. Só no município, 6.649 casos de dengue foram confirmados entre agosto de 2019 e março deste ano. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, oito pessoas morreram em decorrência da doença.
Recentemente, foi realizado mais um mutirão para combater o mosquito Aedes aegypti, em uma ação conhecida na cidade como “Bota-Fora”. No Jardins Abussafe, foram retirados 46 caminhões de entulho que estava nos terrenos baldios e dentro dos imóveis.
Essa iniciativa tem ajudado a reduzir o alto número de casos da doença, explica o secretário municipal de Saúde, Felipe Machado.
“Nos últimos 10 mutirões, retiramos mais de 900 caminhões de lixo das
casas. A ação é planejada e os agentes de endemias avisam aos moradores com antecedência de dois dias.”
A Prefeitura de Londrina decidiu criar um centro exclusivo para tratamento de pessoas com dengue. O centro recebe casos suspeitos ou confirmados de dengue. A equipe de agentes de saúde foi reforçada para atender a população.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
O crescimento da dengue no Paraná é preocupante, avalia a Secretaria Estadual de Saúde. Desde agosto de 2019, foram registradas 49 mortes no estado. Em fevereiro, Londrina entrou para a lista de cidades com epidemia de dengue. O Paraná tem 147 municípios nessa situação.
Além do trabalho dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya.
O Ministério da Saúde recomenda à população tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas, devem ser lavados com água e sabão, ao menos uma vez por semana. Além disso, é preciso descartar o lixo em local adequado e limpar calhas.
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.
A região de Londrina é uma das que apresenta maior número de registros de dengue em todo o Paraná. Só no município, 6.649 casos de dengue foram confirmados entre agosto de 2019 e março deste ano. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, oito pessoas morreram em decorrência da doença.
Recentemente, foi realizado mais um mutirão para combater o mosquito Aedes aegypti, em uma ação conhecida na cidade como “Bota-Fora”. No Jardins Abussafe, foram retirados 46 caminhões de entulho que estava nos terrenos baldios e dentro dos imóveis.
Essa iniciativa tem ajudado a reduzir o alto número de casos da doença, explica o secretário municipal de Saúde, Felipe Machado.
TEC./SONORA: Felippe Machado, secretário Municipal de Saúde do Estado do Paraná
“Nos últimos 10 mutirões, retiramos mais de 900 caminhões de lixo das
casas. A ação é planejada e os agentes de endemias avisam aos moradores com antecedência de dois dias.”
A Prefeitura de Londrina decidiu criar um centro exclusivo para tratamento de pessoas com dengue. O centro recebe casos suspeitos ou confirmados de dengue. A equipe de agentes de saúde foi reforçada para atender a população.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
O crescimento da dengue no Paraná é preocupante, avalia a Secretaria Estadual de Saúde. Desde agosto de 2019, foram registradas 49 mortes no estado. Em fevereiro, Londrina entrou para a lista de cidades com epidemia de dengue. O Paraná tem 147 municípios nessa situação.
Além do trabalho dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya.
O Ministério da Saúde recomenda à população tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas, devem ser lavados com água e sabão, ao menos uma vez por semana. Além disso, é preciso descartar o lixo em local adequado e limpar calhas.
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.