Brasil·15 de março de 2019

Coaf aponta depósito de R$100 mil na conta do policial reformado Ronnie Lessa

O Ministério Público pediu o bloqueio de bens dos dois acusados de envolvimento no assassinato

Por Tainá FerreiraJornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.
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Por Tainá Ferreira

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) indica que Ronnie Lessa, policial reformado acusado de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, recebeu um depósito de  R$ 100 mil na conta bancária.

O depósito foi feito na boca do caixa, em 9 de outubro de 2018, sete meses após o crime. O Ministério Público pediu o bloqueio dos bens de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Queiroz para garantir o pagamento de indenização por danos morais e materiais à família de Marielle e de Anderson.

Nesta sexta-feira (15), os acusados devem ser levados para depor sobre o assassinato. Após o depoimento, os dois devem ser lavados para o Bangu 1, onde aguardarão transferência para um presídio federal, como foi determinado pela justiça.

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) indica que Ronnie Lessa, policial reformado acusado de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, recebeu um depósito de cem mil reais na conta bancária.

O depósito foi feito na boca do caixa, em 9 de outubro de 2018, sete meses após o crime. O Ministério Público pediu o bloqueio dos bens de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Queiroz para garantir o pagamento de indenização por danos morais e materiais à família de Marielle e de Anderson.

Nesta sexta-feira (15), os acusados devem ser levados para depor sobre o assassinato. Após o depoimento, os dois devem ser lavados para o Bangu 1, onde aguardarão transferência para um presídio federal, como foi determinado pela justiça.

Reportagem, Tainá Ferreira
 

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Sobre a repórter

Tainá Ferreira

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.