Saúde - Recursos·11 de setembro de 2020

CNS cobra de Pazuello maior orçamento para Saúde em 2021

De acordo com o órgão, o ministro demonstrou preocupação em manter o orçamento de 2021 no mesmo patamar de 2020

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) se reuniu nesta semana com o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, para tratar do orçamento para o setor no ano que vem. A entidade avalia que em 2021 o Brasil ainda estará sendo muito afetado pela pandemia do novo coronavírus. Por esse motivo, o CNS defende que o valor destinado à pasta deve se manter estável.

Conselho Nacional de Saúde defende fim do teto de gastos

Neste ano, o orçamento federal na área da saúde é de R$ 162,65 bilhões, valor superior ao orçamento do ano passado que foi de R$ 127,07 bilhões. Além disso, a situação de calamidade pública decorrente da pandemia permitiu que o governo realizasse despesas sem que elas fossem contabilizadas no teto de gastos. O valor aberto em créditos extraordinários já passa de R$ 500 bilhões, sendo R$ 46 bilhões para aplicação direta na saúde.

De acordo com o CNS, Pazuello demonstrou preocupação com o tema e disse querer preservar o máximo de recursos emergenciais para o SUS em 2021, por conta do impacto nos próximos anos.

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) se reuniu nesta semana com o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, para tratar do orçamento para o setor no ano que vem. A entidade avalia que em 2021 o Brasil ainda estará sendo muito afetado pela pandemia do novo coronavírus. Por esse motivo, o CNS defende que o valor destinado à pasta deve se manter estável.

Neste ano, o orçamento federal na área da saúde é de R$ 162,65 bilhões, valor superior ao orçamento do ano passado que foi de R$ 127,07 bilhões. Além disso, a situação de calamidade pública decorrente da pandemia permitiu que o governo realizasse despesas sem que elas fossem contabilizadas no teto de gastos. O valor aberto em créditos extraordinários já passa de R$ 500 bilhões, sendo R$ 46 bilhões para aplicação direta na saúde.

De acordo com o CNS, Pazuello demonstrou preocupação com o tema e disse querer preservar o máximo de recursos emergenciais para o SUS em 2021, por conta do impacto nos próximos anos.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.