Saúde·05 de agosto de 2020

Cinco estados recebem anestésicos para intubação de pacientes com a Covid-19

Santa Catarina, Paraná, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte estavam com baixo estoque do medicamento, mas foram beneficiados por colaboração do Ministério da Saúde com secretarias de saúde do Rio de Janeiro e indústrias nacionais

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Após articulação entre o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde Estadual e Municipal do Rio de Janeiro, seis estados do país receberam 61,2 mil unidades de anestésicos para intubação de pacientes com a Covid-19. Santa Catarina, Paraná, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte estavam com baixo estoque do medicamento, próximo o colapso. 

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Além dessa ação, o Ministério da Saúde atuou em outras quatro frentes para adquirir os medicamentos para intubação em urgência. O órgão comprou 54.867 anestésicos do Uruguai, negociou uma compra com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) — que está em andamento. Além disso, possibilitou que estados e municípios sejam parceiros em um processo de pregão via Sistema de Registro de Preços (SRP), que pretende trazer economia para os entes da federação na compra do medicamento e mais controle dos estoques. 

Por fim, o Ministério da Saúde adquiriu mais de 860 mil unidades junto à indústria farmacêutica e distribuiu a quantidade para os estados e municípios, naquela que foi a primeira ação para tentar solucionar o problema a curto prazo. 

 Após articulação entre o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde Estadual e Municipal do Rio de Janeiro, seis estados do país receberam 61,2 mil unidades de anestésicos para intubação de pacientes com a Covid-19. Santa Catarina, Paraná, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte estavam com baixo estoque do medicamento, próximo o colapso. 

Além dessa ação, o Ministério da Saúde atuou em outras quatro frentes para adquirir os medicamentos para intubação em urgência. O órgão comprou 54.867 anestésicos do Uruguai, negociou uma compra com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) — que está em andamento. Além disso, possibilitou que estados e municípios sejam parceiros em um processo de pregão via Sistema de Registro de Preços (SRP), que pretende trazer economia para os entes da federação na compra do medicamento e mais controle dos estoques. 

Por fim, o Ministério da Saúde adquiriu mais de 860 mil unidades junto à indústria farmacêutica e distribuiu a quantidade para os estados e municípios, naquela que foi a primeira ação para tentar solucionar o problema a curto prazo. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.