Brasil·01 de junho de 2020

Central de Atendimento à Mulher registrou mais de 1,3 milhão de chamadas em 2019

Número foi superior em quase 8% em relação a 2018

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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Um balanço divulgado na última semana (29) pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos mostrou que mais de um milhão e trezentas mil ligações foram feitas, no ano passado, para a Central de Atendimento à Mulher. 

Os números mostram um aumento de 7,95% em relação a 2018. De acordo com os dados, as ligações mais comuns para o 180 são para denunciar violência doméstica e familiar, com mais de 78%. Desse total, 61% são por violência física, quase 20% por violência moral e 6,11% por tentativa de feminicídio. 

O levantamento mostra também que o perfil de mulheres que mais fazem as ligações é de pardas e com idade entre 25 e 30 anos. Nos registros, constam que mais de 33% dos agressores são companheiros, 17,94% são ex-companheiros e 12% são cônjuges. 

O tempo médio para ser atendido pelo canal é de quatro segundos e a duração de chamadas dura pouco mais de três minutos. Segundo o ministério, o objetivo desse balanço é subsidiar o governo na elaboração de políticas públicas para o combate à violência contra a mulher. 

O telefone 180 é um serviço gratuito e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. As ligações podem ser feitas pelo celular e pelo telefone fixo. O atendimento é feito apenas por mulheres e é confidencial. A central registra denúncias de violações dos direitos das mulheres, encaminha o conteúdo dos relatos aos órgãos competentes e monitora o andamento dos processos. Também tem a função de orientar mulheres em situação de violência e direcioná-las aos serviços especializados da rede de atendimento.

Se você é vítima de violência ou conhece quem seja, ligue para o 180 e denuncie. 

Um balanço divulgado na última semana (29) pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos mostrou que mais de um milhão e trezentas mil ligações foram feitas, no ano passado, para a Central de Atendimento à Mulher. 

Os números mostram um aumento de 7,95% em relação a 2018. De acordo com os dados, as ligações mais comuns para o 180 são para denunciar violência doméstica e familiar, com mais de 78%. Desse total, 61% são por violência física, quase 20% por violência moral e 6,11% por tentativa de feminicídio. 

O levantamento mostra também que o perfil de mulheres que mais fazem as ligações é de pardas e com idade entre 25 e 30 anos. Nos registros, constam que mais de 33% dos agressores são companheiros, 17,94% são ex-companheiros e 12% são cônjuges. 

O tempo médio para ser atendido pelo canal é de quatro segundos e a duração de chamadas dura pouco mais de três minutos. Segundo o ministério, o objetivo desse balanço é subsidiar o governo na elaboração de políticas públicas para o combate à violência contra a mulher. 

O telefone 180 é um serviço gratuito e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. As ligações podem ser feitas pelo celular e pelo telefone fixo. O atendimento é feito apenas por mulheres e é confidencial. A central registra denúncias de violações dos direitos das mulheres, encaminha o conteúdo dos relatos aos órgãos competentes e monitora o andamento dos processos. Também tem a função de orientar mulheres em situação de violência e direcioná-las aos serviços especializados da rede de atendimento.

Se você é vítima de violência ou conhece quem seja, ligue para o 180 e denuncie. 

Reportagem, Jalila Arabi. 
 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.