Programas·20 de julho de 2020

Câmara pode votar MP que concede crédito para empresas pagarem folha salarial

Sessão virtual marcada para esta segunda (20) vai votar emendas do Senado ao texto

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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A Medida Provisória 944/2020, que concede linha de crédito para que empresas paguem a folha salarial em meio à pandemia, pode ser votada ainda nesta semana na Câmara dos Deputados. A matéria já havia entrado na pauta no final de junho e agora serão analisadas as emendas ao projeto feitas pelo Senado. 

A sessão deliberativa virtual está marcada para esta segunda-feira (20), às 15h. A proposta estende o acesso à linha de crédito aos microempresários com renda bruta inferior a R$ 360 mil, mas diminui o teto para empresas de médio porte, passando de R$ 50 milhões para R$ 10 milhões. As receitas são referentes ao ano passado. 

Relator da MP 944 na Câmara pretende alterar regras para ampliar acesso ao crédito de pequenas e médias empresas

Os empreendedores que ultrapassarem os tetos previstos nessa linha continuam com crédito vinculado ao pagamento por quatro meses da folha de salários. Segundo o texto, no caso das empresas com receita igual ou inferior a R$ 360 mil, a emenda permite empréstimos de até 40% da receita anual e seu uso será livre, exceto para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

A iniciativa foi chamada de Programa Emergencial de Suporte a Empregos e funcionará com repasses da União ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que será o agente financeiro do governo a título gratuito, ou seja, sem remuneração.

Outra emenda do Senado Federal ao texto, a ser votada pela Câmara, diminuiu o repasse total de R$ 34 bilhões para até R$ 17 bilhões.

A Medida Provisória 944/2020, que concede linha de crédito para que empresas paguem a folha salarial em meio à pandemia, pode ser votada ainda nesta semana na Câmara dos Deputados. A matéria já havia entrado na pauta no final de junho e agora serão analisadas as emendas ao projeto feitas pelo Senado. 

A sessão deliberativa virtual está marcada para esta segunda-feira (20), às 15h. A proposta estende o acesso à linha de crédito aos microempresários com renda bruta inferior a R$ 360 mil, mas diminui o teto para empresas de médio porte, passando de R$ 50 milhões para R$ 10 milhões. As receitas são referentes ao ano passado. 

Os empreendedores que ultrapassarem os tetos previstos nessa linha continuam com crédito vinculado ao pagamento por quatro meses da folha de salários. Segundo o texto, no caso das empresas com receita igual ou inferior a R$ 360 mil, a emenda permite empréstimos de até 40% da receita anual e seu uso será livre, exceto para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

A iniciativa foi chamada de Programa Emergencial de Suporte a Empregos e funcionará com repasses da União ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que será o agente financeiro do governo a título gratuito, ou seja, sem remuneração.

Outra emenda do Senado Federal ao texto, a ser votada pela Câmara, diminuiu o repasse total de R$ 34 bilhões para até R$ 17 bilhões.

Reportagem, Jalila Arabi. 

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Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.