Saúde·28 de dezembro de 2017

CABO DE SANTO AGOSTINHO (PE): Secretarias de Saúde e Educação se juntam no combate à Dengue

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; text-align: justify;">Caro amigo radialista, preparamos um conte&uacute;doa ser divulgado especialmente em Cabo de Santo Agostinho, lembrando os moradores sobre a import&acirc;ncia de se combater o mosquito da Dengue. Na reportagem, a gerente de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de do munic&iacute;pio,Maria Eug&ecirc;nio, orienta a popula&ccedil;&atilde;o sobre a necessidade da campanha contra a doen&ccedil;a e, para uma maior sensibiliza&ccedil;&atilde;o dos moradores, temos o depoimento da agente de sa&uacute;de Maria Jos&eacute;, moradora da cidade que j&aacute; contraiu a doen&ccedil;a transmitida pelo Aedes. Esperamos que voc&ecirc; que aproveite esse material e nos ajude a lutar contra o mosquito. Abra&ccedil;os!</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:12.0pt;&#10;line-height:115%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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As secretarias de Saúde e Educação de Cabo de Santo Agostinho vêm trabalhando lado a lado na conscientização da população sobre a necessidade do combate ao mosquito da Dengue. Maria Eugênia, gerente de Vigilância em Saúde, explica que uma das campanhas realizadas são visitações em escolas, para ensinar as crianças como é feita essa prevenção. Isso porque as crianças são multiplicadoras. Elas levam para casa o que aprenderam com os agentes e, por isso, começam a fazer o combate também. Mas, mesmo com todo esse esforço das secretarias, Maria Eugênia considera que ainda falta maior colaboração dos moradores. Para ela, a população não está fazendo o trabalho necessário.

“Por falta mesmo de interesse, porque o agente de saúde, de combate às endemias, quando vista o imóvel, ele dá toda orientação. E, quando ele encontra o foco, ele chama o morador e explica pro morador. E, quando encontra uma área de reservação de água inadequada, ele também orienta o morador que ele pode até fazer a reservação da água, porém tendo todos os cuidados para deixar esse recipiente totalmente vedado.”

Maria José, de 54 anos, é agente de saúde ambiental no município e conta que já contraiu a Dengue três vezes. Recentemente, foi diagnosticada com Chikungunya. Ela mora no centro da cidade e conta que teve problemas com uma vizinha, que deixava acúmulos de água na laje de sua casa e que, mesmo com vários pedidos para que a vizinha resolvesse o problema, nada foi feito. Para combater o mosquito, todo mundo tem que fazer sua parte. Não adianta Maria tomar todos os cuidados necessários, se a vizinhança não colabora. Maria José conta como foi o convívio com a doença.

“O que mais me incomodava era a dor de cabeça. Muita dor de cabeça. Muita moleza, que só era cama mesmo. Cama, cama mesmo. E muito fastio. E, com o tempo, muita coceira que só vivia debaixo do chuveiro. E, pra minimizar a coceira, eu só tomava banho quente. Quente mesmo. Aí diminuía mais a coceira. Quanto mais água fria no meu corpo, mais coçava.”

Ainda hoje Maria se queixa de dores nos joelhos. Sequelas deixadas pela Chikungunya. Faça sua parte. Combata o mosquito. Com medidas simples, você pode impedir que ele se prolifere. Fiscalize acúmulos de água em sua residência. Lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

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