Infraestrutura - Infraestrutura·01 de maio de 2025

Brasil apresenta oportunidades de PPPs a investidores italianos

O evento foi realizado em Milão, a convite da Câmara de Comércio Italiana de São Paulo

Por Redação Brasil 61
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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional participou na terça-feira, 29 de abril, do Roadshow Brasileiro-Europeu de Infraestrutura, Energia e Economia Circular. Foi o segundo dia da missão internacional que apresenta oportunidades de parcerias público-privadas em projetos estratégicos do governo federal. 

O evento foi realizado em Milão, a convite da Câmara de Comércio Italiana de São Paulo. O Brasil e a Itália são países que historicamente desenvolveram intensos intercâmbios culturais e econômicos. Nesse sentido, o roadshow mostrou como a experiência italiana pode atender às necessidades do Brasil. Um dos destaques foi o Projeto de Integração do Rio São Francisco, o PISF. 

O secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, avalia que a participação do setor privado na administração do PISF permitirá maior estabilidade na operação e novos investimentos:

“A concessão terá duração de 30 anos e prevê investimentos obrigatórios de R$ 544 milhões, além de R$ 1,6 bilhão em investimentos adicionais — tudo isso sem impacto na tarifa, que continuará sendo regulada pela ANA”.

O secretário de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, chamou atenção para os desafios enfrentados pelo Brasil na área de resíduos sólidos urbanos e as oportunidades de investimento para modelos mais sustentáveis. Ele falou sobre as parcerias público-privadas.

“A gente entende, como a gente está vendo aqui que é de sucesso na Itália, que contratos de longo prazo, 15 anos, 30 anos, são sim estratégias importantes e temos que atrair o privado numa relação de seguro, onde ele possa, assim, investir, planejar o seu investimento, renovar a frota, investir em soluções, como a gente tá vendo aqui de compostagem, geração de hidrogênio, geração de biogás, enfim, uma série de tecnologias que a Itália vem desenvolvendo aqui.”

A programação desta terça-feira do Benchmarking Internacional focou nos sistemas de coleta seletiva e no modelo de gestão urbana de resíduos sólidos adotado em Milão, além do sistema de coleta porta a porta.

Reportagem Giulia Luchetta

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional participou na terça-feira, 29 de abril, do Roadshow Brasileiro-Europeu de Infraestrutura, Energia e Economia Circular. Foi o segundo dia da missão internacional que apresenta oportunidades de parcerias público-privadas em projetos estratégicos do governo federal. 

O evento foi realizado em Milão, a convite da Câmara de Comércio Italiana de São Paulo. O Brasil e a Itália são países que historicamente desenvolveram intensos intercâmbios culturais e econômicos. Nesse sentido, o roadshow mostrou como a experiência italiana pode atender às necessidades do Brasil. Um dos destaques foi o Projeto de Integração do Rio São Francisco, o PISF. 

O secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, avalia que a participação do setor privado na administração do PISF permitirá maior estabilidade na operação e novos investimentos:

Sonora, Giuseppe Vieira: 

“A concessão terá duração de 30 anos e prevê investimentos obrigatórios de R$ 544 milhões, além de R$ 1,6 bilhão em investimentos adicionais — tudo isso sem impacto na tarifa, que continuará sendo regulada pela ANA”.

O secretário de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, chamou atenção para os desafios enfrentados pelo Brasil na área de resíduos sólidos urbanos e as oportunidades de investimento para modelos mais sustentáveis. Ele falou sobre as parcerias público-privadas.

Sonora, Eduardo Tavares: 

“A gente entende, como a gente está vendo aqui que é de sucesso na Itália, que contratos de longo prazo, 15 anos, 30 anos, são sim estratégias importantes e temos que atrair o privado numa relação de seguro, onde ele possa, assim, investir, planejar o seu investimento, renovar a frota, investir em soluções, como a gente tá vendo aqui de compostagem, geração de hidrogênio, geração de biogás, enfim, uma série de tecnologias que a Itália vem desenvolvendo aqui.”

 A programação desta terça-feira do Benchmarking Internacional focou nos sistemas de coleta seletiva e no modelo de gestão urbana de resíduos sólidos adotado em Milão, além do sistema de coleta porta a porta.

Reportagem Giulia Luchetta
 

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